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Cooperação com instituições de pesquisa

No Contexto Internacional

A Universidade Potiguar tem assinado um protocolo de Cooperação Cientifica com o laboratório de Materiais Complexos Coordenado pela Profa. Florence Gazeau vinculada ao Laboratório de Nanociências do Departamento de Física da Universidade de Paris VII Diderot (PARIS SORBONNE). Nesta parceria foram aprovados os respectivos projetos “CardioNanoStem Cels” na ordem de E$ 209.000,00 (duzentos e nove mil euros) para a condução de pesquisas com a incorporação da Nanotecnologia em células tronco para o tratamento de doenças cardiovasculares.
Na cidade de Rotterdã, na Holanda foi realizado um intercambio de docentes junto à empresa River Diagnostics. Universidade Potiguar tem desenvolveu um estudo sobre a permeação transdérmica de testosterona sob orientação dos pelos Profs. Gerwin Pupels e Peter Caspers, a empresa é líder no mercado de análises de produtos transdermicos através da espectroscopia confocal Raman.
Recentemente, também foi viabilizada uma Cooperação e intercâmbio de professores junto a Universidade de Sassari (Itália). O Coordenador do Programa foi selecionado para o programa de Pesquisador Visitante daquela instituição sob a responsabilidade do Prof. Guglielmo Campus, vinculado ao (Department of Surgery, Microsurgery and Medicine Sciences), School of Dentistry, University of Sassari, Italy, outro aspecto não menos importante diz respeito a participação de docentes na escola de verão em junho de 2015 de professores do Programa uma colaboração junto a WHO Collaborating Centre for Epidemiology and Community Dentistry, University of Milan, onde está sendo desenvolvido pesquisas conjuntas para substitutos do açúcar.
Neste contexto os professores da Universidade Potiguar foram convidados a integrar a equipe de pesquisadores que irão investigar o uso de novos biofármacos nanoestruturados na Universidade de Milão, projeto coordenado pela professora Laura Stromengher, a qual é a diretora do Hospital San Paolo da Universidade de Milão, todos os documentos aqui relatados se encontram em anexo na seção de outros documentos no final desta proposta.

No Contexto Nacional

A Universidade Potiguar juntamente com o Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da Rede Nordeste de Biotecnologia (RENORBIO) e a empresa EVIDENCE Soluções Farmacêuticas Ltda. têm firmado entre si um protocolo de Intenções de Cooperação Técnico-Científica.
Outro protocolo já assinado foi com o Instituto de Biotecnologia Aplicada (InBios) cujo objetivo é integrar a as pesquisas desenvolvidas através da parceria com o Grupo EVIDENCE e UNP em novas dissertações do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia.
A participação efetiva de instituições que atuam em Biotecnologia, por meio de uma estratégia que promova a convergência do desenvolvimento científico em novos produtos e processos de aplicação da Biotecnologia, visa contribuir para a formulação e acompanhamento de novas estratégias na região Nordeste.
A integração da EVIDENCE, da UNP e do InBios junto ao nosso Programa, principalmente ao que concerne aos projetos de pesquisa e de fomento à pesquisa implica a participação de seus docentes na orientação de alunos em projetos de pesquisa e de teses, bem como a utilização da infra-estrutura de ensino e pesquisa das citadas empresas, para atender aos objetivos do Programa.
A UnP aprovou em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Ginecologia da UNIFESP uma pesquisa no campo da Terapia de Reposição Hormonal Nanoestruturada. Sob a orientação do Prof. Dr. Ivaldo da Silva (Coordenador do COREME e MEPAREM/UNIFESP), vinculado ao Departamento de Ginecologia. A pesquisa que irá avaliar o uso da testosterona transdérmica nanoestruturada em mulheres foi aprovada após apreciação no Comitê de Ética de pesquisa em seres humanos da UNIFESP sob o número do CAAE: 43238014.2.0000.5505, também se encontra aprovado o registro junto ao Clinicaltrials.gov sob número NCT02445716.
O Instituto de Biotecnologia Aplicada, também esta credenciado junto a CAPES como Instituição de fomento de pesquisa viabilizando financiamento de projetos de pesquisas clinicas e fornecendo equipamentos e mão de obra especializada na fabricação de biofármacos.

Disciplinas Obrigatórias

Mecanismos Moleculares Aplicados à Biotecnologia CH: 60h

EMENTA:

Tópicos especiais em replicação, transcrição e tradução. Processamento de RNA. Regulação da expressão gênica. Métodos de estudo de DNA e RNA: diferentes técnicas de extração e de eletroforese (agarose, poliacrilamida, campo pulsátil), diferentes protocolos de PCR (hot start, touchdown, nested, multiplex, RT-PCR), northen blot, Southern blot, DNA fingerprinting. Métodos de estudo da expressão gênica: Real time PCR, Micro array, RNAi. Discussão de artigos e apresentação de seminários pelos alunos. Experimentos práticos no Laboratório de Biologia Molecular.

BIBLIOGRAFIA:

– Básica

JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 7. ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2000.

KARP, G. Biologia celular e molecular: conceitos e experimentos. Barueri: Manole, 2005.

SIMONETTI, A. B. et al. Biologia molecular da célula. Porto Alegre: Artmed, 2010.

-Complementar

ALBERTS, B.; BRAY, D. Fundamentos de biologia celular: uma introdução à biologia molecular da célula. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.

ALBERTS, B. et al. Biologia molecular da célula. 3. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

LODISH, H. et al. Biologia celular e molecular. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.

WATSON, J. D. et al. Biologia molecular do gene. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.

WALTER, P. et al. Fundamentos da biologia celular: uma introdução a biologia molecular da célula. Porto Alegre: Artmed, 2004.

Bioética e Biossegurança Aplicada à Biotecnologia CH: 30h

EMENTA:

Ética, Moral e Direito. Bioética em Biotecnologia. Ética e manipulação genética. Risco biológico e classificação. Contenção biológica; Desinfecção e esterilização; Gerenciamento de resíduos e Biossegurança. Comitês de Ética em Pesquisa em Seres Humanos.
BIBLIOGRAFIA:

– Básica
BINSFELD, P. C. Biossegurança em biotecnologia. Rio de Janeiro: Interciência, 2004.
PESSANHA, L. Transgênicos, recursos genéticos e segurança alimentar: o que está em jogo nos debates? Campinas: Armazém do Ipe, 2005.

PESSINI, L. Problemas atuais de bioética. São Paulo: Centro Universitário São Camilo, 2007.

– Complementar

COSTA, M. F. Qualidade em biossegurança. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2000.

HIRATA, M. H. Manual de biossegurança. Barueri: Manole, 2008.
LAJOLO, F. M. Transgênicos: bases cientificas da sua segurança. São Paulo: SBAN, 2003.

SILVA, J. V. (Org). Bioética: meio ambiente, saúde e pesquisa. São Paulo: Iatria, 2006.

VARELLA, M. D. Biossegurança e biodiversidade: contexto científico e regulamentar. Belo Horizonte: Del Rey, 1999.

Propriedade Intelectual CH: 15h

EMENTA:

Processos de registros de propriedade intelectual. Patentes e marcas. Formulários INPI. Transferência de tecnologia.

BIBLIOGRAFIA:

– Básica

DEL NERO, P. A. Biotecnologia: análise crítica do marco jurídico regulatório. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.

IACOMINI, V. Propriedade intelectual e biotecnologia. Curitiba: Juruá Editora, 2007.

PRADO, M. C. A. Contrato internacional de transferencia de tecnologia: patente e know-how. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 1997.
– Complementar
ABIN. Proteção de conhecimentos sensíveis e sigilos. Brasília: Agência Brasileira de Inteligência, 2007.

ANDREASSI, T. Gestão da inovação tecnológica. São Paulo: Thomson Learning, 2007.

BARBOSA, D. B. Uma introdução à propriedade intelectual. 2. ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris: 2003.

CORAL, E.; OGLIARI, A.; ABREU, A. F. Gestão integrada da inovação : estratégia, organização e desenvolvimento de produtos. São Paulo: Atlas, 2009.
SANTOS, J. A.; CARVALHO, H. G. RBC – Referencial Brasileiro de Competências em Gerenciamento de Projetos (Brazilian National
Competence Baseline). Curitiba: ABGP, 2005. Disponível em: www.abgp.org.br.

Bioeconomia CH: 30h

EMENTA:

Noções e conceitos de economia. O mercado biotecnológico (produtos, processos e serviços): desafios e oportunidades. Casos de produtos e processos biotecnológicos.

 

BIBLIOGRAFIA:

– Básica

GAISFORD, J. D. et al. The economics of Biotechnology. Northampton: Edward Elgar, 2001.

PINHO, D. B.; VASCONCELLOS, M. A. S. (Orgs.). Manual de economia. São Paulo: Saraiva, 2004.

ROY, M. J. Biotechnology Operations: principles and practices. Boca Raton: CRC Press, 2011.
– Complementar

ANTUNES, A. Gestão em biotecnologia. Rio de Janeiro: E-papers, 2006.
CHIAVENATO, I. Vamos abrir um novo negocio? São Paulo: Makron Books, 1995.
RIFKIN, J. O século da biotecnologia: a valorização dos genes e a reconstrução do mundo. São Paulo: Makron Books, 1999.
BON, E. P. S.; FERRARA, M. A.; CORVO, M. L. Enzimas em Biotecnologia: produção, aplicações e mercado. Rio de Janeiro: Interciência,2008.

 

Seminário Integrado em Biotecnologia CH: 15h

EMENTA:

Seminários de temas que abordem aspectos relevantes e atualizados da Biotecnologia nas áreas agroalimentar e de saúde, ministrados por docentes e discentes do Programa e pesquisadores de outras instituições de ensino e pesquisa. Apresentações de projetos de docentes a fim de permitir ao corpo discente do Programa conhecimento sobre os trabalhos que estão sendo desenvolvidos nas diferentes linhas de pesquisa.
BIBLIOGRAFIA:

– Básica
Artigos dos últimos três anos de periódicos indexados, tais como:
BIOTECHNOLOGY ADVANCES. Amsterdam: Elsevier, 1983-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/07349750
NATURE BIOTECHNOLOGY. Nova York: Macmillan, 1983-. Disponível em: http://www.nature.com/nbt/index.html
SCIENCE. Nova York: HighWire Press, 1980-. Disponível em: http://www.sciencemag.org/journals

– Complementar
Artigos dos últimos três anos de periódicos indexados, tais como:
BIOTECNOLOGIA, CIÊNCIA & DESENVOLVIMENTO. Brasília: K13 Publicações, 1997-. Disponível em: http://www.biotecnologia.com.br/
CURRENT OPINION IN BIOTECHNOLOGY. London: Elsevier, 1990-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/09581669
JOURNAL OF BIOTECHNOLOGY. Amsterdam: Elsevier Science Publishers, 1983-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/01681656
TRENDS IN BIOTECHNOLOGY. Amsterdam: Elsevier Science Publishers, 1983-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/01677799
Revistas, teses e dissertações do Portal de Periódicos CAPES.

Estágio Orientado de Docência CH: 15h

EMENTA:

Permitir ao aluno a prática docente nas disciplinas de graduação em área afim a sua dissertação sob a supervisão do seu orientador.

 

BIBLIOGRAFIA:

Artigos científicos e outras referências conforme disciplina e tema da dissertação.

Disciplinas Eletivas

Alimentos Funcionais e Biotecnologia CH: 45h

EMENTA:

Propriedades funcionais e/ou de saúde e compostos bioativos em alimentos: evolução de conceitos, classificação, caracterização e legislação. Tendências de mercado e desenvolvimento de produtos com propriedades funcionais. Processos biotecnológicos aplicados ao desenvolvimento de alimentos funcionais. Ensaios clínicos e epidemiológicos aplicados à saúde. Discussão de artigos publicados em periódicos.

 

BIBLIOGRAFIA:

– Básica
Journal of Functional Foods. Amsterdam: Elsevier, 2009-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/17564646

OLIVEIRA, M. N. Tecnologia de produtos lácteos funcionais. São Paulo: Atheneu, 2009.

WILDMAN, R. E. C. Handbook of nutraceuticals and functional foods. Boca Raton: CRC Press, 2007.

– Complementar
ESKIN, N. A. M. Dictionary of nutraceuticals and functional foods. Boca Raton: CRC Press, 2006.
Innovative Food Science & Emerging Technologies. Amsterdam: Elsevier, 2000-. http://www.sciencedirect.com/science/journal/14668564
KOBLITZ, M. G. B. Bioquímica de alimentos: teoria e aplicações práticas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
LEE, B. H. Fundamentos de biotecnología de los alimentos. Zaragoza: Acribia, 2000.
NAGEM, T. J. et al. Alimentos funcionais: conceitos, contextualização e regulamentação. Juiz de Fora: Templo, 2007.

Bioestatística CH: 30h

EMENTA:

Proporcionar conhecimentos sobre probabilidade, estatística descritiva, amostras independentes e relacionadas. Análise de variância, correlação e regressão. Análise multivariada. Conhecimentos no BioEstat.

 

BIBLIOGRAFIA:

– Básica
CALLEGARI-JAQUES, S. M. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre: Artmed, 2008.
VIEIRA, S. Bioestatística: tópicos avançados. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
ZAR, J. H. Biostatistical analysis. 4. ed. New Jersey: Prentice Hall, 1999.

– Complementar
JEKEL, J. F. Epidemiologia, bioestatística e medicina preventiva. Porto Alegre: ArtMed, 2005. Página 33/111 – 27/07/2011 15:59:57
LANGE, H. Mathematical and statistical methods for genetic analysis. 2. ed. New York: Springer-Verlag, 2002.
LEE, E. T.; WANG, J. Statistical methods for survival data analysis. 3. ed. New York: John Wiley e Sons, 2003.
PAGANO, M.; GAUVREAU, K. Princípios de bioestatística. 2. ed. São Paulo: Thomson, 2004.
MOTTA, V. T. Bioestatística. Caxias do Sul: Educx, 2006
WEYNE, G. R. S. Bioestatística e validade de trabalhos científicos. 2. ed. Scortecci, 2009.

 

Bioecologia de Agroecossistemas e Controle Biológico CH: 45h

EMENTA:

Conceitos de agroecossistemas e controle biológico. Controle biológico como suporte para a conservação natural. Agentes, métodos e tipos de controle biológico. Criação, seleção e conservação de agentes de controle biológico. Interação inseto-planta. Antibiose, competição, herbivoria, parasitismo, predação. Análise comparativa entre os sistemas convencional, agroecologia e manejo integrado. O papel das plantas invasoras como reservatório de inimigos naturais e herbívoros. Casos de sucesso de controle biológico no Brasil e no mundo. O papel da educação dos agricultores no controle biológico. Impacto da transgenia e da clonagem nos agroecossistemas. Discussão de artigos. Atividades práticas de avaliação de agroecossistemas e controle biológico.

BIBLIOGRAFIA:

– Básica
BIOLOGICAL CONTROL. Amsterdam: Elsevier, 1991-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/10499644
BUENO, V. H. P. Controle biológico de pragas: produção massal e controle de qualidade. Lages: Editora UFLA, 2009.
DREISTADT, S. H.; CLARK, J. K. Pests of landscape trees and shrubs: an integrated pest management guide. ANR Publications, 2004.

– Complementar
ALTIERI, M. Agroecology: the science of sustainable agriculture. Boulder: Westview Press, 1995.
ALVES, S. B. Controle microbiano de insetos. Piracicaba: FEALQ, 1998
GALLO, D. Entomologia agrícola. Piracicaba: FEALQ, 2002.
PARRA, J. R. P. Guia ilustrado de pragas e insetos benefícios dos citros. Piracicaba: Alexandre de Sene Pinto, 2003.
PARRA, J. R. P. et al. Controle biológico no Brasil: parasitóides e predadores. São Paulo: Manole, 2002.
VILELA, E. F.; LUCIA, T. M. C. D. Feromônios de insetos: biologia, química e aplicação. Ribeirão Preto: Holos, 2001.

 

Biologia Celular e Molecular Básica CH: 45h

EMENTA:

Biomembranas, organelas celulares animal e vegetal, princípios de sinalização celular, dogma da biologia molecular, estrutura e organização do genoma, controle da expressão gênica em procariotos e eucariotos.

BIBLIOGRAFIA:

– Básica
ALBERTS, B.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; ROBERTS, K.; WALTER, P. Biologia Molecular da Célula. 5. ed. Porto Alegre: ArtMed, 2009.
CELL. Amsterdam: Elsevier, 1974-. Disponível em http://www.sciencedirect.com/science/journal/00928674.
ZAHA, A; FERREIRA H.B; PASSAGLIA L.M.P. Biologia Molecular Básica. 4ed. Porto Alegre: Artmed, 2012

– Complementar
LEWIN, B. Genes IX. 9. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
APOPTOSIS. Heidelberg: Sprenger Link, 1997-. Disponível em http://www.springerlink.com/content/1360-8185/.
LODISH, H. et al. Biologia celular e molecular. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.
BMC CELL BIOLOGY. Heidelberg: Sprenger Link, 2000-. Disponível em http://www.springerlink.com/content/1471-2121/
JOURNAL OF PLAN BIOCHEMISTRY AND BIOTECHNOLOGY. Heidelberg: Sprenger Link, 2011-. Disponível em http://www.springerlink.com/content/0971-7811/.

 

Biotecnologia e Biotransformações de Produtos Naturais CH: 45h

EMENTA:

Importância econômica e ambiental dos produtos naturais. Principais classes de metabólitos secundários em plantas. Métodos de isolamento e de determinação estrutural. Síntese e biossíntese de produtos naturais. Modificações estruturais em produtos naturais mediadas por micro-organismos e enzimas. Aplicações de produtos naturais em processos biotecnológicos. Apresentação de seminários pelos alunos e discussão de artigos. Experimentos práticos de biotransformações.

BIBLIOGRAFIA:

– Básica

SLATER, A. Plant biotechnology: the genetic manipulation of plants. 2. ed. Hong Kong: Oxford University Press, 2008.

Trends in Food Science & Technology. Amsterdam: Elsevier, 1990-. Disponível em:http://www.elsevier.com/wps/find/journaldescription.cws_home/601278/description#description.

YUNES, R. A.; CECHINEL FILHO, V. Química de produtos naturais, novos fármacos e a moderna farmacognosia, 2. ed. Itajaí: Univali, 2009.

– Complementar
BARREIRO, E. J.; FRAGA, B. C. M. Química medicinal – as bases moleculares da ação dos fármacos. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.

BIOTECNOLOGIA, CIÊNCIA & DESENVOLVIMENTO. Brasília: K13 Publicações, 1997-. Disponível em: http://www.biotecnologia.com.br/
BRUNETON, J. Farmacognosia: fitoquímica, plantas, plantas medicinales. 2. ed. Zaragoza: Acribia, 2001.

ROBBERS, J. E. Farmacognosia e farmacobiotecnologia. São Paulo: Editorial Premier, 1997.

SAN FELICIANO, A.; PÉREZ, A. L. P.; DEL OLMO, E. Manual de determinación estructural de compuestos naturales. Bogotá: Quebecor World Bogotá, 2008.
SIMÕES, C. M. O. et al. Farmacognosia: da planta ao medicamento, 5. ed. Porto Alegre: UFRGS, 2004.
YUNES, R. A.; CALIXTO, J. B. Plantas medicinais sob a ótica da química medicinal moderna. Chapecó: Argos, 2001.

 

Cultura de Células e Tecidos Vegetais CH: 30h

EMENTA:

Histórico da cultura de células e tecidos vegetais. Conceitos básicos na cultura de células e tecidos vegetais. Micropropagação: usos e métodos. Tipos e componentes dos meios de cultura: reguladores de crescimento, embriogênese, organogênese e calogênese. Fatores fisiológicos que afetam o crescimento e a morfogênese in vitro. Aclimatização das plantas. Organização de um laboratório de cultura de tecidos vegetais. Experimentos práticos no Laboratório de Micropropagação de Plantas. Discussão de artigos científicos.

BIBLIOGRAFIA:

  • Básica

GEORGE, E. F.; HALL, M.I.A.; DE KLERK, G. J. Plant propagation by tissue culture: the background. The Netherlands: Springer, 2008. v. 1.
RAZDAN, M. K. Introduction to plant tissue culture. USA: Science Publishers, 2003.
TRENDS IN PLANT SCIENCE. Amsterdam: Elsevier, 1996-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/13601385

– Complementar
CASTRO, A. C. R. Aspectos práticos da micropropagação de plantas. Cruz das Almas: Embrapa. 2010.
PIERIK, R. L. M. (Ed.). Cultivo in vitro de las plantas superiores. Madrid: Mundi-Prensa, 1990.
SOH, W. Y.; BHOJWANI, S. S. Morphogenesis in plant tissue cultures. The Netherlands: Kluwer Academic Publishers, 1999.
TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. Porto Alegre: Artmed, 2004.
TERMIGNONI, R. R. Cultura de tecidos vegetais. Porto Alegre: UFRGS. 2005.
THORSE, A. T. In vitro embryogenesis in plants. Springer, 1995.

Estrutura, Expressão e Manipulação do Genoma Vegetal CH: 30h

EMENTA:

Genomas nuclear, plastídico e mitocondrial. Interações entre os diferentes compartimentos genéticos. Mecanismos de amplificação e variabilidade do genoma. Isolamento de genes. Bibliotecas genômicas e de expressão. Mutagênese e a análise de genomas. Mecanismos de regulação da expressão gênica em plantas. Técnicas para avaliação da expressão gênica em plantas. Métodos de transformação genética de plantas e análises de plantas transgênicas. Vetores de DNA para a transformação genética. Construções gênicas, genes-repórteres, genes-marcadores, sequências promotoras e terminadoras. Exemplos de plantas transgênicas com uso na agricultura, na indústria farmacêutica e como ferramentas no estudo científico da biologia vegetal. Possíveis riscos associados às plantas transgênicas. Apresentação e discussão de artigos científicos. Atividades práticas relacionadas a análise de expressão gênica e análises básicas de bioinformática.

BIBLIOGRAFIA:

  • Básica

BUCHANAN, B. B; GRUÍSSEM, W.; JONES, R. L. Biochemistry and molecular biology of plants. Wiley, 2002.

BRASILEIRO, A.; CARNEIRO, V. T. C. Manual de transformação genética de plantas. Brasília: Editora UNB, 1998.

SLATER, A. et al. Plant biotechnology: the genetic manipulation of plants. Oxford: University Press, 2003.

COMPLEMENTAR:
BROWN, T. A. Genomes. 2. ed. Oxford: Wiley-Liss, 2002.
CASTRO, A. C. R. Aspectos práticos da micropropagação de plantas. Porto Alegre: Embrapa, 2010. v. 1

HULL, R.; TZOTZOS, G. T.; HEAD, G. Genetically modified plants: assessing safety and managing risk. Elsevier, 2009.

JOURNAL OF PLANT PHYSIOLOGY. Alemanha: Elsevier GMBH, Urban & Fisher Verlag, 2001-. Disponível
http://www.sciencedirect.com/science/journal/01761617

MEYERS, R. A. Molecular biology and biotechnology – a comprehensive desk reference. Wiley-VCH Publishers, 1995.

 

Métodos e Técnicas Analíticas Aplicadas à Biotecnologia CH: 45h

EMENTA:

Estudo dos métodos e técnicas analíticas avançadas utilizadas em análises físico-químicas para a identificação e quantificação de elementos e moléculas obtidos em processos biotecnológicos. O propósito desta disciplina é evidenciar métodos de preparo de amostra avançados como ultrassom, combustão iniciada por micro-ondas, extração em fase sólida, moagem criogênica, melhoramentos nas técnicas cromatográficas e espectroscópicas para a detecção e quantificação de elementos-traço. Discussão de artigos, apresentação de seminários pelos alunos e aulas práticas.

BIBLIOGRAFIA:

  • Básica

CHRISTIAN, G. D. Analytical chemistry. 5. ed. New York: John Wiley e Sons, 1994.

HARRIS, D. C. Análise química quantitativa. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.

SKOOG, D. A. Princípios de análise instrumental. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008.

– Complementar
COSTA NETO, C. Análise orgânica: métodos e procedimentos para a caracterização de organoquímicos. Rio de Janeiro: UFRJ, 2004.

EWING, G. W. Métodos instrumentais de análise química. São Paulo: Edgard Blücher, 2008.

LANÇAS, F. M. Extração em fase sólida (SPE). São Carlos: Rima, 2004.

SILVERSTEIN, R. M. Identificação espectrométrica de compostos orgânicos. Rio de Janeiro: LTC, 2000.

STUART, B. Biological applications of infrared spectroscopy. Chichester: ACOL, 1997.

TRENDS IN BIOTECHNOLOGY. Amsterdam: Elsevier Science Publishers, 1983-. Disponível http://www.sciencedirect.com/science/journal/01677799

 

 

 

Purificação de Proteínas e Peptídios CH: 45h

EMENTA:

Expressão de proteínas recombinantes. Determinação da concentração de proteínas. Tipos de eletroforese. Diálise e outras técnicas de remoção de moléculas pequenas e detergentes. Clarificação e extração. Processos de separação por membranas. Técnicas de precipitação. Métodos de concentração de amostra. Cromatografia de troca-iônica, de exclusão em gel, de fase reversa, de interação hidrofóbica, covalente, de afinidade, de afinidade em íons metálicos imobilizados. Cromatografia: ampliação de escala e aplicação industrial. Integração entre processos fermentativos e de purificação. Atividades experimentais em laboratório, discussão de artigos, e apresentação de seminários pelos alunos.

BIBLIOGRAFIA:

  • Básica

BAILON, P. et al. Affinity Chromatography. 1 ed. New York: Humana Press, 2000.
Protein expression and purification. Amsterdam: Elsevier, 1990-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/10465928

SCOPES, R. K. Protein Purification: Principles and Practice. New York: Springer-Verlag, 2010.

– Complementar
Biochimica et Biophysica Acta (BBA) – Proteins and Proteomics. Amsterdam: Elsevier, 2002-. Disponível http://www.sciencedirect.com/science/journal/15709639
Journal of Proteomics. Amsterdam: Elsevier, 2008-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/18743919
LIMA, U. A. et al. Processos Fermentativos e Enzimáticos: Biotecnologia Industrial, v. 3. São Paulo: Editora Edgard Blucher, 2001.
NELSON, D. L.; COX, M. M. Lehninger: principles of biochemistry. 5. ed. New York: W.H. Freeman, 2009.
PESSOA Jr., A.; KILIKIAN, B. V. Purificação de produtos biotecnológicos. Barueri, SP: Manole Ltda., 2005.

Processos Biotecnológicos e a Produção de Alimentos CH: 30h

EMENTA:

Agentes para processos biotecnológicos. Isolamento de micro-organismos com interesse industrial. Uso de micro-organismos recombinantes em tecnologia de bioprocessos. Processos submersos e em estado sólido. Equipamentos, operações e parâmetros de controle dos processos biotecnológicos industriais. Metodologias de Planejamento Experimental e Análise de Superfície de Resposta e suas aplicações em bioprocessos. Escalonamento de equipamentos e processos. Produção e controle de qualidade de alimentos fermentados. Produção de biomoléculas com aplicação na indústria de alimentos. Apresentação e discussão de artigos publicados em periódicos relacionados.

BIBLIOGRAFIA:

– Básica

AQUARONE, E. et al. Biotecnologia Industrial: Biotecnologia na produção de alimentos. V.4, São Paulo: Editora Edgard Blucher Ltda., 2001.

BASTOS, R. G. Tecnologia das fermentações: Fundamentos de bioprocessos. São Paulo: EdUFSCar, 2010.

JOURNAL OF BIOTECHNOLOGY. Amsterdam: Elsevier Science Publishers, 1983-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/01681656

 

– Complementar
BON, E. P. S.; FERRARA, M. A.; CORVO, M. L. Enzimas em Biotecnologia: produção, aplicações e mercado. Rio de Janeiro: Interciência, 2008.
BORÉM, A. Biotecnologia simplificada. Viçosa: UFV, 2004.
Food and Bioproducts Processing. Amsterdam: Elsevier, 1996-. Disponivel em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/09603085
LWT – Food Science and Technology. Amsterdam: Elsevier, 1993-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/00236438
SCHMIDELL, W. et al. Biotecnologia Industrial: Engenharia Bioquímica. V.2, São Paulo: Editora Edgard Blucher Ltda., 2001.

Gestão e Controle da Qualidade na Indústria de Alimentos CH: 30h

EMENTA:

Conceitos e importância da gestão da qualidade na indústria de alimentos. Princípios e ferramentas da gestão da qualidade. Perigos biológicos, químicos e físicos na produção de alimentos. Higiene e legislação sanitária de alimentos. Controle preventivo e operacional da qualidade dos alimentos: Programas de Autocontrole, boas práticas de fabricação (BPF), procedimentos padrão de higiene operacional (PPHO), Procedimentos Operacionais Padrão (POP), análise dos perigos e pontos críticos de controle (APPCC). Visitas técnicas em indústrias de alimentos da região a fim de conhecer seus programas de qualidade.

BIBLIOGRAFIA:

– Básica
BERTOLINO, M. T. Gerenciamento da qualidade na indústria alimentícia. Porto Alegre: Ed. Artmed, 2010.
International Journal of Food Microbiology. Amsterdam: Elsevier, 1984-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/01681605
TONDO, E. C.; BARTZ, S. Microbiologia e sistemas de gestão da segurança de alimentos. Porto Alegre: Sulina, 2011.

– Complementar
Comissão Internacional para Especificações Microbiológicas dos Alimentos (ICMSF); União Internacional das Sociedades de Microbiologia (IAMS). APPCC na qualidade e segurança microbiológica de alimentos: análise de perigos e pontos críticos de controle para garantir a qualidade e a segurança microbiológica de alimentos. São Paulo: Varela, 1997.
FOOD Microbiology. Amsterdam: Elsevier, 1984-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/07400020
GERMANO, P. M. L.; GERMANO, M. I. S. Higiene e vigilância sanitária de alimentos. 2. ed. São Paulo: Varela, 2003.
ISO/TS 2200 – Sistemas de gestão da segurança de alimentos – guia de aplicação da ABNT NBR ISO 22000:2006. Rio de Janeiro: ABNT, 2006.
LOPES, E. Guia para elaboração dos procedimentos operacionais padronizados exigidos pela RDC no. 275 da ANVISA. São Paulo: Varela, 2004.

 

Empreendedorismo em Biotecnologia CH: 15h

EMENTA:

Conceitos fundamentais de empreendedorismo. Características dos empreendedores. Noções sobre a elaboração de um plano de negócios.

BIBLIOGRAFIA:

– Básica
CHIAVENATO, I. Vamos abrir um novo negocio? São Paulo: Makron Books, 1995.
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2005.
RAMAL, S. A. et al. Construindo planos de negócios: todos os passos necessários para planejar e desenvolver negócios de sucesso. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.

– Complementar
BIRLEY, S.; LUCINDA, C. R.; MUZYKA, D. F. Dominando os desafios do empreendedor. São Paulo: Makron Books, 2004.
CECCONELLO, A. R.; Ajzental, A. A construção do plano de negócio. São Paulo: Saraiva, 2008.
CASAROTTO, N. Projeto de negócios: estratégias e estudos de viabilidade. São Paulo: Atlas, 2002.
DRUCKER, P. F.; MALFERRARI, C. J. Inovação e espírito empreendedor (entrepreneurship): prática e princípios. São Paulo: Pioneira, 2000.
HIRSCHFELD, H. Engenharia econômica e análise de custos. São Paulo: Atlas, 2009.

 

Funções Bioquímicas de Moléculas Bioativas CH: 45h

EMENTA:

Estruturas e propriedades de biomoléculas. Tópicos relacionados à utilização de ferramentas moleculares no estudo de biomoléculas. Tópicos em metabolismo intermediário. Cinética enzimática e suas aplicações biotecnológicas. Radicais livres, defesas antioxidantes e estresse redox: aplicações farmacológicas e agroalimentares. Papel dos radicais livres em processos patológicos. Moléculas bioativas e suas interações no organismo humano. Apresentação de seminários pelos alunos e discussão de artigos publicados em periódicos relacionados.


BIBLIOGRAFIA:

  • Básica
  • LIEBERMAN, M.; MARKS, A. D. Basic medical biochemistry. 3. ed. Baltimore: Lippincott Williams & Wilkins, 2008.
    NELSON, D. L.; COX, M. M. Lehninger: principles of biochemistry. 5. ed. New York: W.H. Freeman, 2009.
    Trends in Food Science & Technology. Amsterdam: Elsevier, 1990-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/09242244
  • Complementar
  • ALBERTS, B. et al. Molecular biology of the cell. 4. ed. New York: Garland Science, 2002.
  • BAYNES, J; DOMINICZAK, M. H. Bioquímica médica. ed. São Paulo: Manole, 2007.
  • CHAMPE, P. C.; HARVEY, R. A.; FERRIER, D. R. Biochemistry. ed. Baltimore: Lippincott Williams & Wilkins, 2007.
  • DEVLIN, T. M. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas. Ed. São Paulo: Blucher, 2007.
  • Free Radical Biology and Medicine. Amsterdam: Elsevier, 1987-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/08915849
  • MURRAY, R. K. et al. Harper’s illustrated biochemistry. 28. ed. New York: Lange Basic Science, 2009.

Biotecnologia Aplicada à Reprodução Animal CH: 30h

EMENTA:

Histórico do uso de biotecnologias na reprodução de animais de produção. Biotecnologias reprodutivas ligadas ao macho: tecnologia e conservação do sêmen. Manipulação da espermatogênese. Biotecnologias reprodutivas ligadas à fêmea: Controle do ciclo estral, endocrinologia do desenvolvimento, maturação folicular e ovulação. Endocrinologia das relações materno-fetais. Processos in vitro: fertilização in vitro, maturação in vitro, transferência de embriões. Criobiologia. Avaliação dos processos biotecnológicos nos indicadores produtivos e econômicos. Apresentação e discussão de artigos publicados em periódicos.

 

BIBLIOGRAFIA:

– Básica
GONÇALVES, P. B. D. et al. Biotécnicas aplicadas à reprodução animal. São Paulo: Roca. 2008.
HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 7. ed. São Paulo: Manole. 2004.
SENGER, P. L. Pathways to pregnancy and Parturition. 2. ed. Pullman: Current Conceptions. 2005.

– Complementar
ALVARENGA, M. A. et al. Amides as cryoprotectants for freezing stallion semen: A review. Animal Reproduction Science, v.89, p.105-113, 2005.
ANIMAL REPRODUCTION. Belo Horizonte: CBRA, 2004-. Disponível em: http://www.cbra.org.br/portal/index.htm
ANIMAL REPRODUCTION SCIENCE. Amsterdam: Elsevier, 1978-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/03784320
BARBAS, J. E R. MASCARENHAS. Cryopreservation of domestic animal sperm cells. Cell and Tissue Banking, v.10, p.49-62, 2009.
THERIOGENOLOGY. Amsterdam: Elsevier, 1974-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/0093691X

Tópicos Avançados em Fisiopatologia Reprodutiva Animal CH: 30h

EMENTA:

Gametogênese. Fertilização em animais de produção e de laboratório. Controle endócrino da reprodução no macho e na fêmea. Marcadores moleculares da fertilidade. Proteômica da fisiologia reprodutiva. Estresse oxidativo e biologia da reprodução. Discussão de artigos relacionados e apresentação de seminários pelos alunos.

BIBLIOGRAFIA:

– Básica
ALBERTS, B. D. et al. Biologia molecular da célula. 5. ed. Porto Alegre: Artes Médicas. 2006.

HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 7. ed. São Paulo: Manole. 2004.

SENGER, P. L. Pathways to pregnancy and parturition. 2. ed. Pullman: Current Conceptions. 2005.

– Complementar
BURTON, G. J. et al. Anatomy and Genesis of the Placenta. In: JIMMY, D. N. et al. (Ed.). Knobil and neill’s physiology of reproduction. 3. ed. St Louis: Academic Press, 2006. p.189-243.

COUSE, J. F. et al. Steroid Receptors in the Ovary and Uterus. In: JIMMY, D. N. et al.(Ed.). Knobil and neill’s physiology of reproduction. 3. ed. St Louis: Academic Press, 2006. p.593-678.

EDDY, E. M. The Spermatozoon. In: JIMMY, D. N. et al. (Ed.). Knobil and neill’s physiology of reproduction. 3. ed. St Louis: Academic Press, 2006. p.3-54.

 

FERTILITY AND STERILITY. Amsterdam: Elsevier, 1997-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/00150282
JOURNAL DE GYNECOLOGIE OBSTETRIQUE ET BIOLOGIE DE LA REPRODUCTION. Amsterdam: Elsevier, 2004-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/03682315
JOURNAL OF PROTEOMICS. Amsteram: Elsevier, 2008-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/18743919

Diagnóstico Molecular em Saúde CH: 45h

EMENTA:

Detecção de patógenos com técnicas de biologia molecular. Caracterização molecular de micro-organismos. Base molecular de doenças hereditárias. Hemoglobinopatias e erros inatos do metabolismo. Diagnóstico molecular de doenças hereditárias. Testes genéticos e triagem populacional. Sequenciamento genético. Projeto Genoma, Transcriptoma e Proteoma. Banco de genes e seleção de primers. Discussão de artigos científicos. Atividades práticas relacionadas.
BIBLIOGRAFIA:

– Básica
ALBERTS, B. et al. Biologia molecular da célula. 3. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

LODISH, H. et al. Biologia celular e molecular. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.

SILVA, C. M. D.; ROSSETTI, M. L.; RODRIGUES, J. J. S. Doenças infeciosas – diagnóstio molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.

– Complementar
DIAGNOSTIC MICROBIOLOGY AND INFECTIOUS DISEASE. Amsterdam: Elsevier, 1981-. Disponível em: www.sciencedirect.com/science/journal/07328893
DIAGNOSTICHISTOPATHOLOGY. Amsterdam: Elsevier, 2008-. Disponível em: www.sciencedirect.com/science/journal/17562317
STRACHAN, T. Human molecular genetics. 4. ed. New York: Routledge, 2010.
THE JOURNAL OF MOLECULAR DIAGNOSTICS. Amsterdam: Elsevier, 1999-. Disponível em: www.sciencedirect.com/science/journal/1525157.
TRENDS IN MOLECULAR MEDICINE. Amsterdam: Elsevier, 2001-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/14714914.

 

Proteômica: Princípios e Aplicações CH: 45h

EMENTA:

Preparo de amostras: tecidos e fluidos. Eletroforese em condição não desnaturante, SDS-PAGE, 2D SDS-PAGE, eletroforese em gel diferencial. Espectrometria de massa: diferentes tipos. Mudanças pós-traducionais: fosforilação, glicosilação e sumoilação. Ferramentas de bioinformática aplicadas a proteômica. Clonagem e expressão recombinante. Apresentação de seminários pelos alunos, e atividades práticas no laboratório.
BIBLIOGRAFIA:

– Básica
Journal of Proteomics. Amsterdam: Elsevier, 2008-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/18743919
Protein expression and purification. Amsterdam: Elsevier, 1990 Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/10465928
SCOPES, R. K. Protein Purification: Principles and Practice. New York: Springer-Verlag, 2010.

– Complementar
Biochimica et Biophysica Acta (BBA) – Proteins and Proteomics. Amsterdam: Elsevier, 2002-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/15709639
LOVRIC, J. Introducing Proteomics: From concepts to sample separation, mass spectrometry and data analysis. New York: Wiley, 2011.
NELSON, D. L.; COX, M. M. Lehninger: Principles of Biochemistry. New York: W.H. Freeman, 2009.
SIMPSON, J. Proteins and Proteomics: A Laboratory manual. New York: CSH, 2003.
WESTERNMEIER, R.; NAVEN, T.; HÖPKER, H. R. Proteomics in Practice: A Guide to Successful Experimental Design. New York: Wiley, 2008.

 

Tópicos aplicados ao Controle Biológico CH: 30h

Tópicos em Nutrigenética e Nutrigenômica CH: 45h

EMENTA:

Inquéritos dietéticos, instrumentos de avaliação do consumo alimentar, composição e análise dietética. Variabilidade genética. Nutrigenética, influência da genética na resposta a dieta. Influência da variação genética nas necessidades nutricionais, interação com compostos bioativos e risco de doenças crônicas. Nutrigenômica, influência dos nutrientes no funcionamento dos genes. Dieta e expressão gênica. Fatores epigenéticos, nutrigenômica e prevenção de doenças. Nutrição individualizada. Discussão de artigos publicados em periódicos relacionados.

BIBLIOGRAFIA:

– Básica
KATHLEEN MAHAN, L.; ESCOTT-STUMP, S. Alimentos, nutrição e dietoterapia. 12. ed. Rio de Janeiro: Elsevier , 2010.
MOREIRA FILHO, C. A; MENCK C. F. Genômica. São Paulo: Atheneu. 2004.
SIMOPOULUS, A.; ORDOVAS, J. Nutrigenetics and nutrigenomics (World review of nutrition and dietetics). Switzerland: Karger, 2004.

– Complementar
BOSCO, S. M. D. (Org.). Nutrição da mulher: uma abordagem nutricional da saúde à doença. São Paulo: Metha, 2010.
Molecular genetics and metabolism. amsterdam: Elsevier, 1998-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/10967192
PALERMO, J. R. Bioquímica da nutrição. São Paulo: Atheneu, 2008.
SIMOPOULUS, A. Personalized nutrition: translating nutrigenetic/nutrigenomic research into dietary guidelines (World review of nutrition and dietetics). Switzerland: Karger, 2010.
STRACHAN, T.; TEAD, A. Human molecular genetics. 4. ed. Garland Science, 2010.
TURNPENNY, P. D.; ELLARD, S. E. Genética médica. 13. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

 

Mecanismos de Degeneração Celular CH: 30h

EMENTA:

Sinalização celular. Morte celular: Apoptose, piroptose, oncose, necrose. Sobrevivência celular: adaptação a insultos químicos e físicos. Autofagia. Estresse mitocondrial. Estresse reticular. Neurodegeneração: doença de Parkinson, doença de Alzheimer, doença de Huntington, esquizofrenia, transtorno bipolar, depressão. Degeneração celular em outras patologias: diabetes mellitus, hepatites, infarto do miocárdio, câncer. Envelhecimento. Integração tecidual em patologias. Consequências da inflamação sobre o destino celular. Impacto de produtos biotecnológicos sobre o destino celular. Apresentação de seminários e discussão de artigos científicos.
BIBLIOGRAFIA:

– Básica:

CELL. Amsterdam: Elsevier, 1974-. Disponível em http://www.sciencedirect.com/science/journal/00928674.

GREEN, D. R.; REED, J. C. Apoptosis: Physiology and Pathology. 1. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2011.

GREEN, D. R. Means to an End: Apoptosis and Other Cell Death Mechanisms. 1. ed. New York: Cold Spring Harbor Laboratory Press, 2011.
– Complementar:

ALBERTS, B.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; ROBERTS, K.; WALTER, P. Biologia Molecular da Célula. 5. ed. Porto Alegre: ArtMed, 2009.

BRADSHAW, R. A.; DENNIS, E. A. Handbook of Cell Signaling. 2. ed. St. Louis: Academic Press, 2009.

CELLULAR SIGNALLING. Amsterdam: Elsevier, 1989-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/08986568.

DICKSON, D.; WELLER, R. O. Neurodegeneration: The Molecular Pathology of Dementia and Movement Disorders. 2. ed. New Jersey: Wiley-Blackwell, 2011.

NEUROBIOLOGY OF DISEASE. Amsterdam. Elsevier, 1994-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/09699961.

PURVES, D.; AUGUSTINE, G. J.; FITZPATRICK, D.; HALL, W. C.; LAMANTIA, A. S.; MCNAMARA, J. O.; WHITE, L. E. Neurociências. 4. ed. Porto Alegre: ArtMed, 2010.

SURH, Y-J. Oxidative stress, inflammation, and health (Oxidative stress and disease). 1. ed. Boca Raton: CRC Press, 2005.

Aspectos Moleculares de Doenças Multifatoriais CH: 30h

EMENTA:

Variação genética em humanos, mutações e polimorfismos. Análise de características quantitativas e qualitativas. Estudos moleculares de ligação, associação e genomewide scans. Base molecular de doenças metabólicas, diabetes, doença cardiovascular e obesidade. Base molecular de doenças psiquiátricas. Base molecular do câncer. Expressão gênica e câncer. Oncogenes e genes supressores de tumor. Modificadores ambientais nas doenças complexas, análises gene x ambiente. Epigenética. Micro RNAs e doenças complexas. Copy Number Variation e doenças complexas. Apresentação e discussão de artigos publicados em periódicos relacionados.

 

BIBLIOGRAFIA

  • Básica:

AL-CHALABI, A.; ALMAS, L. Genetics of Complex Human Diseases: A Laboratory Manual. 1. ed. New York: Cold Spring Harbor, 2009.

STRACHAN, T. Human molecular genetics. 4. ed. New York: Routledge, 2010.

WEINER, M. P. Genetic Variation: A Laboratory Manual. 1. ed. New York: Cold Spring Harbor, 2007.
– Complementar:

CIÊNCIA E SAÚDE COLETIVA. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2006-. Disponível em: http://www.cienciaesaudecoletiva.com.br.

GENETICS AND MOLECULAR BIOLOGY. Ribeirão Preto: Sociedade Brasileira de Genética, 1998-. Disponível em: http://www.scielo.br/gmb.

HEDRICK, P. W. Genetics of Populations. 2. ed. Burlington: Jones & Bartlett Pub, 2000.

JORDE, L. B. et al. Genética Médica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.

LEWIN, B. Genes IX. 9. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.

SCRIVER, C. R.; BEAUDET, A. L.; SLY, W. S.; VALLE, D. The metabolic and molecular bases of inherited disease. 7. ed. New York: McGraw-Hill, 1995.

TRENDS IN MOLECULAR MEDICINE. Amsterdam: Elsevier, 2001-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/14714914.

Farmacogenômica: Conceitos e Aplicações CH: 30h

EMENTA:

Variabilidade genética humana. Conceitos em farmacologia, metabolização de fármacos. A genômica e a resposta interindividual aos fármacos. Eficácia e efeitos adversos, desenvolvimento de novos fármacos. Genes relacionados à farmacocinética e farmacodinâmica. Testes farmacogenéticos e sua aplicação clínica. Medicina personalizada. Aspectos éticos. Apresentação e discussão de artigos científicos relacionados.

 

BIBLIOGRAFIA

Básica:
ALTMAN, R. B.; FLOCKHART, D.; GOLDSTEIN, D. B. Principles of Pharmacogenetics and Pharmacogenomics. 1. ed. Cambridge: Cambridge Press, 2012.

HALL, I. P.; PIRMOHAMED, M. Pharmacogenetics. 1. ed. Oxford: Taylor e Francis, 2006.
INNOCENTI, F. Pharmacogenomics: methods and protocols. 1. ed. Totowa: Humana Press, 2005.
Complementar:

BRODY, T. M. Farmacologia Humana: da molecular à clínica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1997.

CIÊNCIA E SAÚDE COLETIVA. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2006-. Disponível em: http://www.cienciaesaudecoletiva.com.br.
GRAHAME-SMITH, D. G. Tratado de farmacologia clínica e farmacoterapia. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2004.

LAZO, J. S. Goodman & Gilman. As Bases Farmacológicas da Terapêutica. 11. ed. Porto Alegre: Mcgraw-Hill Interamericana, 2007.
PHARMACOLOGY AND THERAPEUTICS. Amsterdam: Elsevier, 1979-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/01637258.
TRENDS IN MOLECULAR MEDICINE. Amsterdam: Elsevier, 2001-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/14714914.

 

Redação Científica I CH: 15h

EMENTA:

O aluno deverá redigir um manuscrito científico em inglês, cujo tema e definição de periódico foram previamente aprovados pelo orientador. Um outro docente do Programa será responsável pelo crédito de redação científica do aluno e deverá revisar o artigo do pós-graduando em relação aos aspectos de conteúdo, gramática e forma final do manuscrito. O crédito de Redação Científica I será conferido ao aluno mediante parecer emitido pelo docente responsável pela revisão do artigo.

 

BIBLIOGRAFIA:

PUBMED. Disponível em: www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed
PORTAL DE PERIÓDICOS DA CAPES. Brasília: MEC/CAPES. Disponível em: www.periodicos.capes.gov.br
SCIENTIFIC ELECTRONIC LIBRARY ONLINE – SciELO. Portal de periódicos. Disponível em: www.scielo.org.

 

Redação Científica II CH: 15h

EMENTA:

Caso o manuscrito elaborado na disciplina Redação Científica I ou outro artigo elaborado pelo aluno seja aceito para publicação em periódico Qualis B4 ou superior em Biotecnologia, será conferido mais 1 (um) crédito ao pós-graduando. O crédito de Redação Científica II será conferido ao aluno mediante documento que comprove o aceite do manuscrito.

BIBLIOGRAFIA:

PUBMED. Disponível em: www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed
PORTAL DE PERIÓDICOS DA CAPES. Brasília: MEC/CAPES. Disponível em: www.periodicos.capes.gov.br
SCIENTIFIC ELECTRONIC LIBRARY ONLINE – SciELO. Portal de periódicos. Disponível em: www.scielo.org.
SCIENCE DIRECT. Elsevier B.V. Disponível em: www.sciencedirect.com/

Laboratórios

Laboratório de Biologia dos Sistemas Orgânicos

Laboratório multidisciplinar, devidamente equipado para o desenvolvimento de pesquisas e aulas práticas.

Área: instalado em uma área total de 172,88 m2.

Equipamentos e materiais: geladeira; 61 microscópios binoculares; microscópio binocular com câmera de vídeo; televisor; aquecedor elétrico; banho Maria com seis bocas; centrífuga com 16 tubos; pipetador automático de 10 mL; balão volumétrico 1000 mL; balões volumétricos 100 mL; balões volumétricos 2000 mL; balões volumétricos 500 mL; bastão de vidro; Becker 100 mL; Becker 250 mL; Becker 600 mL; caixa de lâmina; caixa de lamínula; conta gotas; cubas de vidro com tampa; Erlenmeyer 1000 mL; Erlenmeyer 250 mL; Erlenmeyer 500 mL; frasco de vidro pequeno c/ tampa; pipetas 10 mL; pipetas 5 mL; placas de Petri; tubos de ensaios (médio); vidro de relógio; bandejas; colheres inox; estantes para tubo de ensaio (metal); estantes para tubos de ensaio (plástico); estilete de aço; estilete pequeno de aço; faca grande; fita métrica; lamparina a álcool; lancetas automáticas; lancetas metálicas; luva de procedimento; papel de filtro; pinças de madeira; pisseta grande; pisseta pequena; placas de contenção; recipientes plásticos pequenos; seringas descartáveis 10 mL; seringas descartáveis 5 mL; balão volumétrico 100 mL; balão volumétrico 1000 mL; balão volumétrico 250 mL; balão volumétrico 500 mL; bandejas grandes; barrilhete 10 litros; bastão de vidro; Becker 300 mL; caixas para lâminas (100 lâminas); Erlenmeyer 25 mL; estante plástica para tubo de ensaio; frasco conta gotas; frascos âmbar diversos 1000 mL; frascos âmbar diversos pequeno; funil de vidro médio; funil de vidro pequeno; garrotes; gaze grande; kit para coloração (berço); lâminas p/microscópio (esmerilhada); lamínula; luvas descartáveis; óculos de proteção transparente; papel alumínio; pêra; pinça dente de rato; pipeta graduada 1 mL; pipeta graduada 10 mL; pipeta graduada 2 mL; pipeta graduada 5 mL; pipeta volumétrica 10 mL; pisseta; suporte para pipetas; tela de amianto; termômetro para estufa; tripé de ferro; tubos de centrífuga cônicos 15 mL; vidros cortados (âmbar); substâncias diversas.

Laboratório de Microbiologia e Imunologia

Área: são 150 m2, divididos em: área experimental, gabinete de professores, câmara asséptica para realização de cultivos de bactérias, uma sala de lavagem e esterilização de material.

Equipamento de proteção individual e coletivo: EPI – Jaleco de manga longa, óculos de proteção, toucas, luvas e máscaras descartáveis para procedimento. EPC – Chuveiro químico com lava-olhos, exaustor de ar.

Equipamentos e materiais: 67 microscópios binoculares; medidor de pH; estufa bacteriológica Q-315 (Quimis); estufa bacteriológica BOD-Q-315-D; estufa de esterilização Q.314-D; 02 banho Maria Q.304-249; agitador de tubo de ensaio; autoclave Q.190.21; autoclave Q.190.23; 02 contadores de colônias CP 600 e BIOMETIC; 01 refrigerador de uma porta; 04 refrigeradores duplex; lavador de pipeta automático; bicos de Bunsen; cabos de Kooler; 01 micro-ondas Panasonic; vidrarias e substâncias.

Laboratório de Parasitologia e Hematologia

Laboratório multidisciplinar que atende à pesquisa e necessidades práticas, disponibilizando também espaço para aulas práticas dos conteúdos relativos a Zoologia e Botânica, embora a preparação de material dessas disciplinas ocorram em laboratórios específicos, conforme detalhamento posterior.

Área: área total de 144 m2, o laboratório encontra-se dividido em três gabinetes para professores, uma sala para preparação e análise de material parasitológico.

Equipamentos e materiais: Vidraria, substâncias e materiais diversos, além de laminário constituído por diferentes tipos de lâminas parasitológicas (Enterobius vermicularis; Strongyloides stercoralis; Ascaris lumbricoides; Hyminolepis nana; Eurytrema sp.; Schistossoma mansoni; Cystecercus bovis; Trypanossoma cruzi; Leishmania sp.; Plasmodium falciparum; Trichomonas vaginalis; Isospora belli; Giardia lamblia; Entamoeba histolityca, entre outras) e área para desenvolvimento de aulas práticas, onde se encontram instados: estufa bacteriológica c/porta de vidro; estufa bacteriológica c/porta de aço; aparelho de banho-maria BENFER; destilador marca BIOMATIC; 63 microscópios binoculares; 20 lupas estereoscópicas; microscópio com câmara de vídeo SONY; centrífuga EXCELSA; geladeira CONSUL; aquecedor; contador de células; espectrofotômetro UV/Visível.

Laboratório de Química, Bioquímica e Bromatologia

Área: de 207,55 m2 para o Laboratório 01 e 103,25 m2 para o Laboratório 02; estas instalações contam ainda com três gabinetes para professores, uma sala de balanças e uma área para preparação de aulas práticas.

Equipamentos e materiais: Para as disciplinas de Química e Bioquímica, conta-se com os seguintes equipamentos: agitadores magnéticos; agitadores aquecedores elétricos; aparelho de ponto de fusão; aquecedores elétricos; balanças com precisão para 0,05g; bancadas; banho Maria 37-56 ºC; banho Maria 37-56 ºC com três bocas; bombas de vácuo; capela de exaustão; capela de fluxo laminar com exaustão; contador de células; estufa de ar circulante; destilador; estufa mod. 219 de 0-300 ºC; espectrofotômetros UV/VIS; forno mufla mod. Q318.24; fotômetro de chama; fotocolorímetro digital; geladeira duplex 430L; mantas aquecedoras; pHmetros; polarímetro; placas aquecedoras; rotavapor; vidrarias e substâncias variadas adequadas às aulas práticas e pesquisas neles desenvolvidas. Dispõe-se de: geladeira 300 L; balança analítica (4 casas decimais); bancadas de mármore com 7m de comprimento por 60 cm de largura; butirômetro de Gerber; luvas térmicas; bloco digestor de proteínas; centrífuga de Gerber; lavador de pipetas; Phmetro manual; refratômetro manual; sacarímetro; cubas inox; armários de madeira com portas de vidro; bancada de madeira revestida com fórmica 1,20 por 3,90 m, acidímetro Dornic; acidímetro Dornic Gerber para leite; condensador de Liebg liso; destilador Keijedal; balão de Kjeldahl; disco de Ackermann; extrato seco; lactodensímetro com termômetro; pipeta sorológica 1 mL; pipeta sorológica 10 mL; pipeta sorológica 5 mL; cadinhos; cápsulas de porcelana; armário de madeira com duas portas; acido bórico (litro); acido amílico (litro); sulfeto de sódio (500g); tetracloreto de carbono (500g); digestor de Fibras e vermelho de metila (500g).

Laboratório de Biologia Molecular e Genética

Unidade de coleta e preparação de material para pesquisa e estudo prático.

Área: a estrutura laboratorial é subdividida em salas, com a seguinte disposição: Sala de PCR (6,03 m2), de DNA (8,02m2), lavagem e esterilização (5,97m2), cultura de células (6,07m2), gabinete de professores (5,77m2) e área de circulação (7,42m2).

Equipamentos e materiais: Birôs com gavetas; armário fichário (pasta suspensa): mesa para computador adaptável ao birô; capela de fluxo laminar (pequena); computador com impressora; microscópio trinocular com câmera digital acoplada; 06 microscópios binoculares; destilador de 10 litros; termociclador Tecne – modelo Flexigene; transluminador – dx28199d; cuba e fonte para eletroforese em gel; cubas p/ coloração de lâminas; bacias plásticas quadradas (grandes); bacias plásticas quadradas (pequenas); pipetadores automáticos de 1,0 μl, 2,0 μl e 100 μl. (2 de cada tipo); estufa de secagem de materiais; balança de precisão; centrífuga; micro-ondas; banho Maria; fonte (PWUSYS); agitador Vortex; contador de células hematológicas, pHmetro portátil; lavador de pipetas; suporte para tubos de ensaio; frascos para cultura; 03 pissetas; provetas; Beckers; Erlenmayers 500 mL; funil de vidro; 02 frasco de âmbar; pipetas Pasteur; pipetas graduadas de 1 mL, 5 mL, 10 mL e 20 mL; pêras para sucção

Laboratório de Botânica

Funcionando como unidade integrada ao laboratório de Botânica, o Herbário “Sebastião Urias de Paula” atua como centro de recursos informativos multidisciplinares integrados, sendo fonte de informações científicas botânicas para a comunidade universitária, subsidiando os estudos científicos da vegetação e da flora por meio de inventários, explorações e coleções botânicas da flora local e a participação na preparação da flora nacional em seu campo de ação regional mais abrangente, através de vínculos profissionais com outros herbários ou órgãos e instituições, como também se tornando um centro recursos para a pesquisa e desenvolvimento na classificação das plantas tropicais.

Para atender a essa finalidade, o herbário encontra-se instalado na grande área do Laboratório de Parasitologia e equipado com estufa de tamanho médio, microcomputador e scanner, lupa com câmara clara, armários de aço fechado, substâncias e materiais necessários à preparação das coleções botânicas (álcool comercial, álcool etílico, ácido acético glacial, cartolina branca, papel ofício, caderneta de campo, papel vegetal, papel madeira, tesoura de poda, prensas de madeira, naftalina, entre outros).

Herbário

Unidade de coleta e preparação de material para pesquisa e estudo prático.

Área: Laboratório instalado na grande área do laboratório de Parasitologia e Hematologia, descrito anteriormente.

Birôs; cadeiras; microscópio ótico binocular; armários; vidrarias; material cirúrgico; bico de Bunsen; substâncias e corantes para fixação e conservação de material botânico; lâminas; lamínulas e papel de filtro.

Laboratório de Zoologia

Laboratório também instalado na grande área do laboratório de Parasitologia.

Área: Laboratório instalado na grande área do laboratório de Parasitologia e Hematologia, descrito anteriormente.

Equipamentos e materiais: Acetato de etila; Água oxigenada; Água sanitária; Álcool 70%; Álcool Etílico Absoluto; Alcoolômetro; Alicate de eletricista; Aquário de vidro; Armadilha luminosa; Armadilha para mamíferos em arame galvanizado dobrável grande; Armadilha para mamíferos em chapa de aço galvanizado pequena; Armadilhas para mamíferos em arame galvanizado dobrável pequena; Balde plástico; Bandeja plástica; Barrilete 20l; Bateria automotiva de 12v; Becker de 50ml; Binóculo Sakura RD (10x-90×50 zoom); Cabo de bisturi Nº 04; Cadeira de escritório; Caixa de alfinete entomológico Nº 0; Caixa de alfinete entomológico Nº 00; Caixa de alfinete entomológico Nº 000; Caixa de alfinete entomológico Nº 01; Caixa de alfinete entomológico Nº 02; Caixa de alfinete entomológico Nº 03; Caixa de ferramentas em ferro; Caixa de isopor; Caixa de luva de procedimento M; Caixa de luva de procedimento P; Caixa para serpentes; Cambão de alumínio; Caneta esferográfica; Carregador de pilhas; Cavador; Cesto de lixo pequeno; Chave de fenda; Chave Philips; Ciscador; Cuba de vidro; Detergente neutro; Engradados de plástico; Estante de ferro com portas; Estante de ferro grande; Estante de ferro pequena; Estereomicroscópio Trinocular ; Esticador de borboletas; Estiletes; Éter Sulfúrico Alcoolizado; Extensão com lâmpada ; Formaldeído 10%; Formaldeído P.A.; Freezer; Galão de 12l; Galão de 5l; Gancho para serpentes retrátil; Gaveteiro grande; Gaveteiro médio; Gaveteiro pequeno (RF: PT 1170 = 26x18x22); Glicerina bidestilada pura; GPS Etrex Legend Garmin; Haste para fixação de redes de neblina; Kit de laço para jacaré; Kit de sexadores; Lâminas; Lâmina de bisturi Nº 15; Lâmina de bisturi Nº 23; Lanterna de cabeça (5 Led’s marca AZTEC); Lápis grafite; Luva de raspa de couro; Maleta de plástico; Martelo; Máscara Advantage 200LS; Mesa de escritório; Óculos de proteção; Organizador TopStock grande; Organizador TopStock pequeno; Paquímetro de metal; Peneira de plástico; Peneira metaliza 250µm; Pesola 1000g ; Pesola 100g; Pesola 10g; Pesola 5kg; Pilhas recarregáveis AA; Pinça anatômica 12cm; Pinça anatômica 14cm; Pinça anatômica 20cm; Pinça anatômica 30cm; Pinça anatômica curva 30cm; Pinça dente de rato; Pinça hemostática; Pinça para répteis 120cm; Pinça para répteis de 60cm; Pinça para répteis dobrável; Pincel; Pipeta; Placa de Petri; Prancheta; Proveta de vidro de 1000ml; Puçá de rede; Puçá entomológico; Rede de neblina (mist-net); Régua de metal 60cm; Resistência elétrica; Termômetro digital cloacal (Animal Temp); Tesouras; Trena de 50m; Varas de alumínio; Vidro de relógio; Xileno.

Biotério

Unidade de reprodução e criação de animais experimentais, em regime de cativeiro, para fins de estudos de comportamento, pesquisas e aulas práticas das diversas disciplinas ofertadas para todos os cursos da Escola da Saúde.

Área: instalado em uma área total de 271,36 m2.

Divisões Internas: Sala de aula: 30,74 m2, Recepção: 13,00 m2, Sala cirúrgica: 29,38 m2, Isolamento/quarentena: 16,00 m2, Análise e procedimento: 15,75 m2, Sala/Ratos, camundongos e Hamster: 48,80 m2, Área de lavagem: 68,73m2, Sala coelho: 21,07 m2, sala de esterilização: 15,12 m2, Tanques: 12,77m2.

Equipamentos e materiais: 01 autoclave horizontal; 01 estufa 1.3; 02 balanças digital (de até 0,2 e 30,0 kg); 01 balança digital (de até 0,2 e 300,0 kg); 06 termohigrômetros de leitura direta; 02 estojos de material cirúrgico (pinças, tesouras, bisturis, lâminas de bisturis); 01 timer programável; 04 mesas cirúrgicas; 04 Aparelhos de anestesia inalatória; 01 Aparelho de Raio X; 01 sugador; 01 monitor cardíaco; 04 calhas cirúrgicas; 04 contensores para ratos e camundongos; 02 contensores para coelhos; 01 foco cirúrgico; 01 revelador de Raio X; 01 espectrofotômetro; 01 Aparelho de hematologia ABC VET; 01 centrifuga; 06 pipetadores automático; 01 geladeira frost free; 02 estantes ventiladas para Ratos e camundongos; 01 Rack ventilado para camundongo; 02 Racks ventilados para ratos e hamster; 01 cabine de troca de animais; 01 cabine de descarte de lixo; 02 estante ventilada para coelho; 03 mesas de apoio; 100 caixas de polipropileno, com tampas em aço galvanizado, para ratos e hamster medindo 41 x 34 x 16 cm, cada uma; 64 caixas de polipropileno, com tampas em aço galvanizado, para ratos e camundongos medindo 30 x 20 x 13 cm cada uma; 100 bebedouros completos, com tampa de borracha com capacidade para 500 ml de água, cada um; 64 bebedouros (garrafas c/ tampas e bicos de metal); 01 câmara para sacrifício de animais CO2 (caixa em polipropileno); 03 Máscaras contra gases; 03 Aventais; 01 mesa para recepção/computador; 01 computador; 01longarina com 3 cadeiras; 01 armário fechado com duas portas; 01 armário com 5 portas; 02 gaveteiros; 01 gelágua; 02 Aparelhos de perfuração óssea Driller 350; 01 cadeira com rodas.

Laboratório de Práticas Histológicas

Laboratório onde são confeccionadas as lâminas histológicas utilizadas em aulas práticas das disciplinas de histologia, embriologia, patologia, botânica, entre outras, e desenvolvidos projetos de pesquisa que se utilizam desse material.

Área: instalado em uma área de 24,09m2 para atividade prática e 10,98m2 para sala apoio.

Equipamentos de proteção individual e coletivo: EPI – Jaleco de manga longa, luvas e máscaras de procedimentos e óculos de proteção.

Equipamentos: Bancada de madeira; bancada de granito com pia inoxidável de 02 cubas; armários de madeira; banho Maria BIOMATIC; micrótomo ANCAP; micrótomo ao 820; estufa grande QUIMIS; 2 microscópio TAIMIN; vidraria de variadas graduações (pipetas; provetas; placas de Petri; funil; bastão de vidro; Becker; balão volumétrico; Erlenmeyer; cubas de coloração); cestas de coloração; substâncias corantes e reagentes (álcool, xilol, formol, ácidos, parafina, entre outros); luvas; máscaras; algodão; pinça; alicate; tesoura; gaze; lâminas; lamínulas; bisturis; lâmina para bisturi; pinça dente de rato; navalhas histológicas descartáveis; capela química.

Laboratório de Biotecnologia

Equipamentos: Espectrofotômetro de absorção atômica CGMS (Variant); HPLC (Variant); UV-Visível (Variant); balança de precisão; sala quente; mufla, estufas microbiológicas (cultivo e de secagem); fluxo laminar; dosador de nitrato e nitrito; pHmetro; eletrodo seletivo de cloreto; banho Maria; microscópios binoculares; extrator de óleos essenciais; vidrarias e reagentes compatíveis para as atividades.

Corpo Docente

Corpo Docente

AMÁLIA CINTHIA MENESES DO RÊGO

Possui Doutorado em Ciências da Saúde pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2010), Especialização em Análises Clínicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte(2009), Especialização em Hematologia Laboratorial e Hemoterapia (2011) e Especialização em Microbiologia Clinica e Laboratorial pela Universidade Potiguar (2011). Diretora da Escola da Saúde da Universidade Potiguar. Docente permanente do Programa de Pós-graduação em Biotecnologia/UnP. Coordenadora dos Programas Institucionais PIBIC/CNPq e PIBITI/CNPq da Universidade Potiguar. Desenvolve atividades de pesquisa junto ao Laboratório Multidisciplinar para Pesquisa da Base de Pesquisa em Cirurgia Experimental Prof. Clóvis Sarinho/UFRN e Coordenadora do Grupo de Pesquisa Multidisciplinar em Cirurgia Experimental/UnP. Tem experiência em Cirurgia Experimental, Hematologia, Bioquímica, Imunologia e Microbiologia. Atualmente trabalha com Pesquisa nos seguintes temas: cicatrização de feridas e estatinas, biodistribuição, radioisótopos, Infecção, Fitoterápicos,etc

CURRÍCULO LATTES

AMILCAR CHAGAS FREITAS JÚNIOR

Possui Graduação em Odontologia pela Universidade Federal do Ceará (2004), Especialização em Prótese Dentária (CRO-SP) e Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado em Odontologia, área de Prótese Dentária) no Departamento de Materiais Odontológicos e Prótese da Universidade Estadual Paulista (FOA/UNESP). Realizou Doutorado Sanduiche no Department of Biomaterials and Biomimetics, New York University (NYU) – College of Dentistry, onde também atuou como Research Scientist (2011). Atualmente é Professor (Graduação e Mestrado Profissionalizante) da Universidade Potiguar (UnP/RN). Tem experiência na área de Odontologia, com ênfase em Prótese Dentária e Biotecnologia, atuando principalmente nas seguintes áreas: estética, cerâmicas, prótese sobre implante, biomecânica, análise de elementos finitos, testes laboratoriais de fadiga.

CURRÍCULO LATTES

DEBORAH DE MELO MAGALHAES PADILHA

Atualmente é professora da pós-graduação em Biotecnologia da Universidade Potiguar (UnP) em Natal/RN. Fez pos-doutorado pelo CNPq na área de Reprodução Animal. Tem experiência na área de Medicina Veterinária, com ênfase em Fisiopatologia da Reprodução Animal, atuando principalmente nos seguintes temas: reprodução animal, ruminantes, Manipulação de oócitos inclusos em folículos ovarianos pré-antrais (MOIFOPA) e biologia molecular. Fez doutorado sanduíche na Southern Illinois University (SIU).

CURRÍCULO LATTES

DINALVA BRITO DE QUEIROZ

É Doutora em Biotecnologia pela RENORBIO, possui Mestrado em Tecnologia e Gestão Ambiental (IFCE), . Possui Graduação em Farmácia pela Universidade Federal do Ceará – UFC, Pós-graduação em Cosmetologia pela Faculdade Oswaldo Cruz (SP), é Especialista em Farmácia Magistral Alopática, , Ex-Bolsista de Desenvolvimento Tecnológico DTI-3 CNPq , pesquisadora co-executora do projeto de Bioinova Edital 20/2007 CNPq, pesquisadora co-executora do projeto de RHAE 32/2007 CNPq ( Pesquisador na Empresa), Pesquisadora co-executora do projeto Jovens Pesquisadores (Nanotecnologia) Edital MCT/CNPq nº 62/2008, Pesquisadora co-executora do projeto CNPq nº07/2010 RENORBIO, Desenvolve pesquisa na área de Nanotecnologia de biofármacos e controle de qualidade de águas.É professora Permanente do Porgrama de Biotecnologia da Universidade Potiguar, Foi Professora Colaboradora da Pós-graduação Lato Sensu em Fisiologia Humana da Universidade Anhembi Morumbi – SP. Sócia Diretora Técnica da Empresa Evidence Soluções Farmacêuticas Ltda.

CURRÍCULO LATTES

FAUSTO PIERDONÁ GUZEN

Possui Graduação em Farmácia pela Universidade Paranaense – UNIPAR (2002), Especialização em Bases Morfológicas e Fisiológicas pela Universidade Estadual de Maringá – UEM (2003). Especialização em Docência do Ensino Superior pela Faculdade de Enfermagem e de Medicina Nova Esperança – FACENE/FAMENE (2009). Possui Mestrado em Ciências Morfofuncionais no Departamento de Anatomia Humana do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo – USP (2005) e Doutorado em Psicobiologia no Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN (2011), sendo membro do laboratório de Neuroanatomia. Atualmente é professor Adjunto IV do Curso de Medicina e Coordenador do Laboratório de Neurologia Experimental da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN. Orientador no Programa de Pós-Graduação (Mestrado) em Saúde e Sociedade – PPGSS da UERN, orientador no Programa de Pós-Graduação (Mestrado) em Biotecnologia da Universidade Potiguar (UnP). Co-orientador no Programa de Mestrado e Doutorado em Psicobiologia da UFRN. Ocupa o cargo de Diretor da Faculdade de Ciências da Saúde da UERN. Tem experiência na área de Biologia Geral, com ênfase nos seguintes temas: Regeneração do Sistema Nervoso; Fatores Neurotróficos; Citocinas Inflamatórias; Células de Schwann; Células Tronco; Explantes de Nervos Periféricos; Comportamento Sensitivo-Motor; Plasticidade e Trofismo Neuronal.

CURRÍCULO LATTES

IRAMI ARAUJO FILHO

Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2000)  Mestrado em Ciências da Saúde (2005) e Doutorado em Ciências da Saúde pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte(2007). Atualmente é Professor Adjunto da Disciplina de Técnica Operatória do Departamento de Cirurgia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Membro Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, Mestre do Capítulo do Colégio Brasileiro de Cirurgiões no Rio Grande do Norte, Membro Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva, Membro da Sociedade Panamericana de Trauma, Membro Titular da Sociedade Brasileira para o Desenvolvimento da Pesquisa em Cirurgia, Vice-coordenador da Base de Pesquisa em Cirurgia Experimental Prof. Clóvis Sarinho, Diretor de Ensino, Pesquisa e Extensão do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Preceptor da Residência Médica em Cirurgia Geral do HUOL e Vice-presidente da Regional do RN da Sociedade Brasileira para o Desenvolvimento da Pesquisa em Cirurgia, Professor do Mestrado Profissional em Biotecnologia/UnP. Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Cirurgia Geral, Gastroenterologia e Oncologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Cirurgia Experimental, infecção, fatores intercorrentes na cicatrização de feridas, biodistribuição, fitoterápicos.

CURRÍCULO LATTES

JOSÉ RENATO CAVALCANTI DE QUEIROZ

Professor do Programa de Pós-Graduação de Biotecnologia (nível mestrado) da Universidade Potiguar (UnP) e de graduação de Odontologia da UnP e da Universidade Estadual da Paraiba (UEPB). Cirurgião-Dentista com experiência clínica em prótese dentária e implantodontia. Possui como principais linhas de pesquisas relacionadas a estas áreas: a) interfaces; b) aplicação Biomédica do gás ionizado (plasma); c) manufaturas aditivas (prototipagem); d) Biopolímeros.

CURRÍCULO LATTES

MARIA APARECIDA MEDEIROS MACIEL

Possui Graduação em Química Industrial pela Universidade Católica de Pernambuco (1986), Mestrado em Química Orgânica pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (1991) e Doutorado em Quimica Orgânica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1997). Pós-doutorado em Química Orgânica pelo Programa PRODOC da CAPES (2002 até 2006) e Pós-doutorado em Química de Interface pelo Programa PDS do CNPq (2007 até 2008), ambos realizados na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Vinculado aos programas de pós-doutoramento da CAPES e CNPq exerceu cargo de professor/pesquisador no Departamento de Química da UFRN (2002 até 2008). Exerceu cargo de Professor/Pesquisador Visitante (Março/2010 até Março/2012) pelo Programa REUNI/UFRN. Atualmente exerce cargo de Professor/Pesquisador Adjunto do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da Universidade Potiguar (UnP/Laureate International Universities). Exerce cargo de docente permanente do Programa de Pós-graduação em Biotecnologia do Renorbio (PPGB-Renorbio). Exerce função de Professor/Pesquisador do Quadro Permanente do Programa de Pós-graduação do Curso de Química do Instituto de Química da UFRN (PPGQ-UFRN). Exerce cargo de Professor do Curso de Licenciatura em Química do Ensino à Distância da SEDIS/UFRN. Mantém colaboração científica com as seguintes Universidades: Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Universidade Estadual de Londrina, Universidade Federal de Pernambuco, Universidade Federal de Manaus e Universidade Federal de Santa Catarina. Tem experiência na área de Química, com ênfase em Química Orgânica e Química dos Produtos Naturais; desenvolve atividades científicas vinculadas as áreas de Química de Interfaces, Farmacologia e Biotecnologia. Bibliografia publicadas por Whos´Who in the World 2012 (Edição 29th Edition/USA); Premiação: TOP 100 Scientists 2014 (International Biographycal Center/Cambridge/England).

CURRÍCULO LATTES

MARCO ANTÕNIO BOTELHO SOARES

É Consultor AD HOC do CNPq, do MEC, Rede BIONORTE e da FUNCAP e FAPEPI. Bolsista de Produtividade Desen. Tec. e Extensão Inovadora do CNPq – Nível 2. Possui Doutorado em Ciências Médicas pela Universidade Federal do Ceará (2007); Possui Mestrado em Saúde Pública (EPIDEMIOLOGIA / UFC),também é mestre em Odontologia (Ortodontia), Profesor Visitante da Universidade Paris VII. Professor/Pesquisador Visitante da Universitá Degli Studi de Sassari; É Professor Permanente do Programa de Pós-Graduação da RENORBIO (Rede Nordeste de Biotecnologia), É Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da Universidade Potiguar. Possui experiência na área de Estudos com Modelos Experimentais, Ensaios Clínicos Duplo-Cego, Fitoterápicos, Biofármacos com Nanotecnologia, Análise Estatística, Estudos Epidemiológicos.

CURRÍCULO LATTES

AMANDA ANDRIOLA (PROFESSORA COLABORADORA)

Possui graduação em Farmácia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2005), mestrado em Ciências da Saúde pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2007), doutorado em Ciências da Saúde pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2008) e doutorado em Biologia Celular – Université dEvry-Val-dEssonne (2010). Atualmente é pesquisadora permanente CNRS – Université Paris Diderot. Tem experiência na área de Farmácia, com ênfase em Farmacotécnica, atuando principalmente nos seguintes temas: vetorização magnética de fármacos, liberação controlada de fármacos, nanopartículas magnéticas e vesículas biológicas como vetores de fármacos e nanopartículas.

CURRÍCULO LATTES

IVALDO SILVA

Possui graduação em Medicina pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1993), mestrado em Medicina (Ginecologia) pela Universidade Federal de São Paulo (1999) e doutorado em Medicina (Ginecologia) pela Universidade Federal de São Paulo (2001). Atualmente é médico – Secretaria da Saúde de Guarulhos, coordenador da Universidade Federal de São Paulo e professor-adjunto da Universidade Federal de São Paulo. Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Ginecologia e Obstetrícia, atuando principalmente nos seguintes temas: estrogênio, densidade sináptica, tamoxifeno, hipocampo e menopausa.

CURRÍCULO LATTES

GUGLIELMO CAMPUS (VISITANTE)

Possui doutorado em The Medicine Faculty on Preventive Dentistry pela Università degli Studi di Sassari (1995). Tem experiência na área de Odontologia, com ênfase em Odontologia Social e Preventiva.

CURRÍCULO LATTES

Atualizado em 17 de novembro de 2016