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23 de outubro de 2012 14:57

Alunos de Relações Internacionais participam de simulação do Exército

Estudantes do curso de Relações Internacionais da UnP participaram ontem, dia 22, no bairro Felipe Camarão, de simulação do Exercício Avançado de Operações de Paz coordenado pelo Exército Brasileiro. O evento, que vai até amanhã, dia 24, faz parte do treinamento para as tropas que integrarão a missão de paz da ONU no Haiti, e conta com a participação de voluntários da Cruz Vermelha – Filial do Rio Grande do Norte.

Para o estudante Herculano Arlindo, natural de Guiné-Bissau e cursando o 6° período de Relações Internacionais, a atuação como voluntário foi proveitosa. “Achei muito interessante participar desse exercício, de uma simulação de missão de paz. A sociedade civil precisa saber da atuação dos militares e que eles estão aí para ajudar, e os militares precisam saber como agir nas situações que poderão encontrar”, disse.

De acordo com Alisson Colato, que atua no Departamento de Resposta a Desastres da Cruz Vermelha – RN, a simulação foi realizada com sucesso. “Nosso sentimento é de dever cumprido e felicidade”.

Para o Coordenador do Curso de Relações Internacionais André Lemos, a atividade é importante porque “além de ajudar a cumprir a missão da Universidade, colabora na formação da Missão de Paz brasileira, que desempenha de maneira fundamental o papel de reconstruir o Haiti”.

Esta é a segunda vez que discentes da UnP participam de uma ação semelhante, dando apoio para as equipes que irão ao exterior.  A simulação faz parte do Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), subordinado ao Ministério da Defesa, e que conta com a parceria de diversas outras instituições.

Esta atividade possibilita aos estudantes uma visão mais aprofundada sobre o funcionamento da cooperação entre diferentes países e agências de assistência em todo o mundo. Em especial, o trabalho realizado pela MINUSTAH (sigla francesa para Missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti) ganha destaque pela experiência dos militares que já estiveram no país caribenho e pelo trabalho modelo de liderança do Brasil na operação, além de auxiliar na preparação do batalhão que treina em Natal para participar da missão pela primeira vez.

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