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5 de Março de 2015 18:05

Artigo – Educação sem fronteiras: experiências de intercâmbio como um diferencial educacional e pessoal

A economia, força motriz da globalização, comanda a cultura. Fato! Neste diapasão encontramos a educação, base cultural, retomando o rumo da internacionalização. Explica do seguinte modo: a mundialização do conhecimento está voltando a integrar as bases e planos de políticas nacionais, artigos acadêmicos e até mesmo fusões de Instituições de Ensino Superior com grandes grupos estrangeiros. Está acontecendo um aumento de escala e valor do conhecimento internacional, ou seja, há uma quebra de fronteiras.

Esta vertente nada mais é do que o saber retornando à sua base original. Não há ciência que seja isolada ou apenas de um povo ou país. Já tivemos a Grécia, por exemplo, como berço de muitas doutrinas e ensinamentos. É o Iluminismo europeu? As fronteiras estão na nossa cabeça.

O despertar para este fechamento e ciclo traz à tona a discussão acadêmica da internacionalização do Ensino Superior, ou seja, a educação sem fronteiras. Há uma grande valoração de instituições e, principalmente, de estudantes que apresentam de forma clara esse conhecimento de mundo, ou seja, a aprendizagem do todo. A criação de planos de aulas conectados internacionalmente, estudos de casos globais, a troca de professores estrangeiros e o ensino de idiomas, dentre outros, estão cada vez mais presentes na formação dos jovens que pertencem às novas gerações. Quanto mais presente e imerso neste mundo de conhecimento, mais premiado está o estudante e a instituição. A grande pergunta é: como obter de maneira consolidada e rápida esses conhecimentos? A resposta: Intercâmbio!

Quando compartilhamos experiências internacionais como amizades, comida, sentimentos, estamos compartilhando aprendizado, cultura. O intercâmbio abre fronteiras e ajuda na internacionalização do conhecimento. Quando viajamos, voltamos e contagiamos com nossas experiências tudo e todos ao nosso redor. É inevitável! Esse “upgrade” é tamanho que possibilita, quando bem aproveitado, grandes oportunidades mercadológicas para o aluno. A inserção no mercado de trabalho é facilitada, assim como a obtenção de conhecimento e compreensão de novos ensinamentos também. Mente aberta absorve mais conhecimento. É fato!

Todas as estratégias de dirimir as fronteiras do conhecimento podem ser analisadas como fatores isolados e desconexos. Há quem diga que são complementares. O único fator comum e incontroverso é que o ensino está cada vez mais internacional. Instituições com esta inclinação estão mais conectadas com o mercado e em sintonia com o momento de evolução da sociedade.