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17 de dezembro de 2015 19:11

Artigo – Educar para reaver valores!

17Um tema em voga é a diferença entre as gerações. Dos baby boomers aos X, Y ou Z, há muito o que se apreender, principalmente sobre as características presentes em cada um desses universos, que devem ser absorvidas entre si e pelos que virão (certamente, já com perfil de outra geração). Mesmo que seja muito clara a disparidade entre aqueles que nasceram no pós-guerra e os que estão na faixa dos 20 anos, é igualmente importante discutir valores essenciais à vida em sociedade, os quais devem ser constantes na evolução dos grupos sociais. A fixação de valores humanos e sociais é fundamental, independente do momento ou do berço em que somos gerados ou criados. Os fatos mais recentes denunciam que estamos perdendo valores.

Estamos sendo fortemente abalroados com o infundado e agressivo tema do racismo, ou com a descabida violência banalizada. Para muitos de nós esses assuntos já devem ter virado enfado pelo cansaço do tema, vez que insistentemente batem às nossas portas. O que estamos vivenciando é a clara e consistente perda de valores individuais e sociais. Valores esses que, venham do berço ou da vida, precisam fazer parte do alicerce de nossa formação e, mais que isso, da formação que passamos aos nossos… Aos nossos filhos, sobrinhos, primos, amigos, alunos, clientes. Errar, podemos! E diz “a regra da vida” que até devemos errar para aprendermos mais facilmente e, com a naturalidade do aprendizado, do compreendido, evitarmos cometer o mesmo erro, na busca pelo ato justo e acertado. Mas sucumbir à ausência de valores, não podemos. Isso não! E a mesma “regra da vida” já ensinou ao mundo que a perda de valores pelo homem é tão danosa e destrutiva à vida humana… Todos nós já vimos, ouvimos ou lemos isso alguma vez. E muitos tantos até vivenciaram o efeito devastador dos valores ausentes. É o registro da história do homem. Respeitar é valor fundamental, tenhamos 50 ou 18 anos. Conviver é preciso! Educar é essencial! O baby boomer ou o Y, o X ou o Z precisam conviver e serem educados. Somente com o poderoso fruto da educação, saberão que o amarelo precisa do religioso, que o homossexual precisa do negro e por aí vai… Pronto! Fácil! Viver comedidamente é opção de cada um. Mas o comedimento, a prudência em nossos atos é, praticamente, uma obrigação. Deixemos a explosão ou a destemperança para a defesa da honra, da vida, da família – talvez nessas hipóteses consigamos justificar. Ser responsável não é só chegar na hora, cumprir tarefa, atender bem… É muito mais que isso. É, especialmente, assumir a consequência sobre seus atos. E isso também parece estar se esvaindo… Em geral, todos estamos deveras perplexos com a parte negativa da realidade social. É preciso ter cuidado para não atribuir aos fatos relevantes na ordem social, tais como uma agressão, uma ofensa, uma injúria racial ou outros, como um “simples erro”, um vacilo. Isso deve ser tratado de forma básica: educar e fazer responder pelo que fez! Educar para evitar ocorrer. Punir para educar. Afinal, responder pelo que fez é maneira de apregoar valores na prática e na consequência sobre os nossos atos!