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13 de novembro de 2014 08:10

Artigo – Empregabilidade

Existem diversos fatores que levam as pessoas a ingressar no Ensino Superior. Alguns ganham e perdem relevância com o tempo. Porém, pesquisas realizadas por nossa rede atestam um verdadeiro “campeão de audiência” ao longo das últimas décadas: a empregabilidade!

A melhoria na chance de obter empregos é ainda o motivo principal do ingresso no Ensino Superior. Muito disso advém da aquisição de conhecimentos técnicos necessários para os cargos de trabalho durante os anos de ensino.

Não obstante, o tema da empregabilidade é muito mais complexo e deve fazer parte das preocupações de todas as Instituições de Ensino Superior. Isso incluiria:

1) Escutar o mercado: o ensino deve estar sempre alinhado com as demandas atuais e futuras do mercado; significando a necessidade de desenvolvimento das habilidades técnicas e comportamentais requeridas pela sociedade naquele determinado momento. A evolução e adaptação devem ser constantes e, para isso, o canal de comunicação com a sociedade econômica e empresarial é fundamental.

2) Habilidades comportamentais: o ensino deve incluir a possibilidade de desenvolvimento de capacidades “sociais e gerenciais” necessárias para uma melhor performance dos estudantes em seus futuros empregos. Ou alguém duvidaria que demonstrar capacidade de trabalho em equipe, gestão de estresse e diversas outras habilidades é tão relevante quanto o conhecimento técnico para o empregador?

3) Facilitador: a Instituição deve servir como uma “ponte” entre os estudantes e o mercado de trabalho. A Feira Anual de Empregabilidade, realizada nessa semana na Universidade Potiguar, e o site de ofertas de emprego da mesma instituição são dois dos diversos exemplos nessa esfera.

4) Orientador: a Instituição de Ensino tem como missão, também, orientar o aluno, ajudando-o no correto entendimento de sua real orientação vocacional, de suas fortalezas e de suas debilidades. Um correto serviço de aconselhamento e auxílio na condução de sua preparação para os processos de recrutamento podem ter um valor decisivo no êxito futuro dos estudantes.

5) Prática: a inserção das atividades práticas na vida acadêmica dos estudantes também é um dever no processo de aprendizagem. Estagiar, participar de projetos de pesquisa aplicada e consultorias, vincular-se a empresas júniores, entre tantas outras atividades, são alternativas que facilitarão a inserção desses estudantes no mercado de trabalho.

Enfim, podemos claramente perceber que a responsabilidade sobre o tema empregabilidade vai muito além da obtenção de um simples diploma e deve ser parte ativa e atuante da oferta de cada Instituição de Ensino Superior no processo de aprendizagem de seus alunos.