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2 de setembro de 2015 13:43

Egresso de Engenharia de Petróleo e Gás divide com alunos sua experiência em multinacional britânica

Pablo Moreira e Ricardo Santana

Foi apenas há quatro meses, em maio deste ano, que o engenheiro Pablo Moreira, 29 anos, viu seu sonho tornar-se realidade, quando ele recebeu o visto de trabalho para instalar-se na cidade de Norwich, a apenas duas horas do centro de Londres. Menos de um semestre após concluir a graduação em Engenharia de Petróleo e Gás na UnP, Pablo chegava à cidade sede da empresa Geologix Limited, uma empresa multinacional com escritórios em quatro continentes, cuja atividade principal é de desenvolver softwares para a otimização das operações relacionadas ao campo da matriz energética do petróleo.

Pablo é egresso da primeira turma do curso, cuja graduação teve início em 2010. Ele vinha de uma experiência de três anos trabalhando junto à CWA Consultores e Serviços de Petróleo, empresa sediada em Natal, como monitor de poço em bacia terrestre, após o curso técnico em Geologia. Ao final do primeiro ano do curso universitário, Pablo habilitou-se como representante da Geologix no Brasil, dando suporte técnico aos clientes de softwares da empresa e também atuando como mediador de vendas. O trabalho estendeu-se até o início de 2012, quando ele passou a dedicar-se à graduação.

Ao finalizar o Trabalho de Conclusão de Curso, sob orientação do professor Bonnie Ivis, ele não teve dúvida. Ligou para o escritório central da empresa britânica e anunciou que estava reingressando no mercado de trabalho, agora com o diploma de Engenheiro de Petróleo e Gás pela Universidade Potiguar. Ele foi então convidado a compor o time de profissionais da empresa na sede, tendo sido contratado como Geocientista. No cargo, Pablo Moreira não apenas oferece suporte especializado à clientela da empresa, mundialmente reconhecida no segmento de softwares e tecnologia para engenharia do petróleo, mas também atua como um desenvolvedor de novos sistemas.

A alegria do engenheiro natalense de estar inserido em uma empresa inteiramente sintonizada com o que há de novo em seu segmento de formação é visível.  “Sempre tive o plano de trabalhar no exterior e a indústria do petróleo oferece essa possibilidade, apesar de exigir formação e dedicação intensas.” No caso dele, dois diferenciais foram decisivos: a experiência prévia e o domínio do segundo idioma. Contou também, como ele relata, a formação que obteve na UnP, especialmente nos  últimos dois anos do curso, em disciplinas como Tópicos de Engenharia de Petróleo. “Uso muito do que aprendi em minha prática profissional”, relatou.

Pablo já está, inclusive, representando a Geologix em evento internacional. Ele passou por Natal, no início de setembro, a caminho de um evento agendado entre os dias 4 e 6 deste mês na cidade de Bucaramanga, Colômbia. Lá, falará sobre os campos digitais de produção petrolífera, uma tendência que tem despertado cada vez mais a atenção do setor.

Por iniciativa própria, Pablo Moreira procurou a coordenação do curso e propôs um bate-papo com os alunos das turmas em andamento do curso de Engenharia de Petróleo e Gás da UnP. O encontro aconteceu na manhã do dia 31 de agosto. “Quis compartilhar um pouco da minha experiência e trajetória com os novos alunos”, contou, satisfeito com a acolhida. Na ocasião, ele teve a companhia do colega de curso e também engenheiro Ricardo Santana, que hoje atua na bacia do Maranhão como mudlogger, cuja função é realizar o monitoramento de poços de petróleo.

Por Stella Galvão
Gestora de Comunicação da Escola de Engenharias e Ciências Exatas