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9 de outubro de 2017 12:03

Escola do Direito divulga vencedor do “Jogo Crime no Congresso”

A atividade foi realizada durante o Congresso Científico, no dia 4 de outubro

Durante o primeiro dia da 19ª edição do Congresso Científico da UnP, 4 de outubro, a Escola do Direito realizou o “Jogo Crime no Congresso” , das 8h às 17h. A dinâmica teve como objetivo a investigação de um local do crime para descobrir: a causa jurídica da morte, a causa da morte e a autoria do crime. O evento foi realizado na na Unidade Roberto Freire e todos os visitantes do evento puderam participar.

VENCEDORA

Eliza Júlia Souza de Melo

Prêmio:

A vencedora da competição terá direito a uma cortesia para o II Congresso Brasileiro de Direito Processual Civil, a ser realizado em Natal/RN, no Teatro Riachuelo Natal nos dias 15 e 16 de março de 2018.

Sinopse da resolução do “Jogo Crime no Congresso”

Um corpo, cinco suspeitos , algumas hipóteses e uma única certeza: o Professor J. Vasconcelos Porto foi encontrado sem vida no hall do Centro de Convenções de Natal.  O “Crime no Congresso” é um jogo de investigação forense cuja trama passeará por vários áreas das Ciências Forenses.

A lesão puntiforme (exame necroscópico – prova 1) é compatível com uma agulha de seringa, a mesma que foi usada para dopar o professor com o propofol (exame toxicológico) e, na dose inoculada, suficiente para diminuir a resistência física e mental do professor. As marcas de mordida colocam na cena do crime a figura do aluno de doutorado (exame odontológico), bem como, todo o histórico (exame de saliva no modelo de mordida pôde indicar se tratar de homem, excluindo a possibilidade de contato recente com as suspeitas)  e o cheiro de cravo da índia (exame de espectofotometria – o eugenol foi deixado propositadamente na cena do crime pelo autor. É um produto associado a profissão e especialidade do aluno de doutorado – dentista) podendo associar esses achados a autoria do crime (marcas de mordidas são únicas, não  repetíveis em mais de um indivíduo). Os demais achados no exame externo e interno do cadáver são compatíveis com manifestações associadas à morte por afogamento – causa médico legal da morte. A prova cabal da morte por afogamento pode ser detectada pela presença de algas diatomáceais no parênquima pulmonar, que são típicas de algas marinhas. Face ao conjunto probante, a causa jurídica da morte é homicídio.