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12 de Maio de 2011 12:12

Estudantes participam do Projeto Rondon 2011

 

O Projeto Rondon foi criado em 11 de julho de 1967. É uma ação promovida pelo Governo Federal e coordenada pelo Ministério da Defesa. Desde então, teve como objetivo principal, originar a interação de universitários com as cidades carentes do Brasil, por meio de trabalhos assistencialistas com atividades voluntárias exercidas no período das férias acadêmicas. 

 

A Universidade Potiguar pensando na Responsabilidade Social em nosso país e no crescimento profissional e pessoal, tanto do corpo docente quanto o discente, deu a assistência necessária para que alguns alunos, juntamente com professores, pudessem elaborar e enviar um projeto com atividades assistencialistas para o Governo Federal. Esse projeto foi aprovado, tornando a UnP, a única universidade privada do Nordeste a participar dessa ação.

 

Para participar da viagem, os alunos foram selecionados através do IRA (Índice de Rendimento Acadêmico), sendo eles: Andreza Gomes, Romário Nobrega e Maria Edilene Monteiro (Enfermagem), Marco Túlio (Gestão Ambiental), Ayane Cristine (Farmácia), Francinalva Alves (Serviço Social), Gabriella Vinhas (Fonoaudiologia) e Sheila Brasil (Terapia Ocupacional). Entre os docentes estão, a professora do curso de Terapia Ocupacional, Vanina Barbosa e o professor do curso de Enfermagem, Phelipe Barros. 

 

O grupo de universitários e professores foi denominado de equipe “B” e teve como destino o estado do Tocantins, mais precisamente o município de Babaçulândia, no qual assumiu a “Operação Carajás”. A caravana partiu de Natal no dia 14 de janeiro do Aeroporto Internacional Augusto Severo e desembarcou em Marabá. Para garantir a segurança da caravana, o Ministério da Defesa encaminhou o Sargento Rodrigo, que exerceu o seu trabalho de forma exemplar até o último dia da ação.

 

Durante 15 dias, a equipe ofereceu e ministrou 10 oficinas gratuitas à população, tendo como tema geral “Comunicação, meio ambiente, tecnologia e produção e trabalho”. A rádio existente no município abriu dois espaços em sua programação para a participação das equipes A e B, um às 12h e outro às 18h, a qual era conhecida como a “Hora do Rondon”. 

 

Segundo a profa. Vanina Barbosa, “os objetivos principais e iniciais da equipe eram fazer o resgate da cultura artesã do babaçú (uma espécie de palmeira), do ecoturismo e levar também, novos métodos para o crescimento do setor agrícola. Alcançamos nossas metas com êxito graças ao trabalho em equipe”.

 

A Prefeitura Municipal de Babaçulândia, satisfeita com o desempenho dos “rondonistas” natalenses, aderiu aos projetos propostos, explorando os pontos positivos oferecidos pelo próprio município.

 

Fazer parte da história do Projeto Rondon é participar de uma série de aspectos positivos, que ficarão registrados na história, com ênfase na Responsabilidade Social. As experiências adquiridas serão de extrema importância na formação desses universitários enquanto profissionais, que em breve estarão expostos profissionalmente ao mercado de trabalho. “Chegamos ao final de uma imensurável viajem, brindando uma experiência enriquecedora. Durante 15 dias uma janela no tempo interrompeu a cotidianidade de nossas vidas, e apesar disso, não podemos omitir a nossa aprendizagem com um povo de uma cultura tão diferente. Considero o Projeto Rondon uma experiência única e inigualável no que diz respeito à troca de experiências e a formação de novas amizades”, disse Marco Túlio, aluno rondonista do curso de Gestão Ambiental.