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11 de junho de 2013 17:55

Graduação Executiva UnP é destaque na Tribuna do Norte

Um dos maiores entraves que o Brasil enfrenta hoje para o seu desenvolvimento está na falta de profissionais qualificados para atender à crescente demanda das empresas instaladas no país. Esta necessidade por recursos humanos faz com que, em muitos casos, as vagas de emprego permaneçam abertas por meses, esperando por um candidato com os requisitos corretos para preenchê-la. Mesmo que o número de portadores de diploma tenha mais que dobrado de 2002 para 2013, a capacidade de cargos a serem supridos ainda está muito elevada em diversas áreas, o que leva inclusive à importação de mão-de-obra estrangeira.

As universidades têm se esforçado para oferecer um número maior de vagas, mas também é preciso levar em consideração a realidade de muitos dos alunos, já inseridos no mercado de trabalho e com responsabilidades no dia-a-dia que os impedem de ter um desempenho competitivo dentro da estrutura tradicional de ensino. Neste cenário, muitas instituições de ensino superior optam por desenvolver modelos alternativos de educação, criando novas oportunidades para quem sempre buscou a formação superior e nunca teve oportunidades.

É o caso de Karla Pinheiro, dona de um salão de beleza e que hoje cursa Ciências Contábeis através de graduação executiva. Este modelo de ensino, voltado exclusivamente para alunos a partir de 27 anos, oferece horários flexíveis, focando na troca de experiências e na capacitação de acordo com a realidade do mercado de trabalho. O modelo semipresencial possibilita aulas presenciais duas vezes por semana, complementadas por conteúdo on-line.

“A flexibilidade no horário facilitou o meu acesso à Universidade. A rotina de microempresária não me permite comparecer às aulas diariamente”, afirmou Karla.
De acordo com Caio J. de Almeida, Gerente da graduação executiva da Universidade Potiguar, as instituições de ensino superior estão disponibilizando para os seus discentes novas facilidades para atender às demandas que vários campos de trabalho possuem por profissionais com qualificação. “Percebemos que nosso aluno não é apenas o estudante que sai do ensino médio com 17, 18 anos para a vida universitária, mas também é o profissional mais maduro, que possui um ritmo de vida mais puxado e que precisa de flexibilidade de tempo para cumprir a carga horária acadêmica e conciliar as responsabilidades do trabalho e da família”. 

Outro segmento que tem crescido a passos largos é a educação à distância, que possibilita aos estudantes que moram em localidades longe dos grandes centros poderem cursar sua graduação sem que sejam obrigados a deixar sua cidade. Atualmente as ofertas são inúmeras, a exemplo da UnP, possui atualmente nove polos de EaD espalhados pelo país, sendo cinco deles no Rio Grande do Norte – Zona Norte e Zona Sul de Natal, Caicó, Currais Novos e Mossoró, o que dá nova chance para pessoas com dificuldades de locomoção, horário de trabalho extenso ou com qualquer outro tipo de impossibilidade para acompanhar o sistema tradicional de Graduação.