Acessibilidade
22 de junho de 2016 19:49

Grupo de pacientes com lesão medular atendido pela UnP participa de quadrilha junina improvisada

É tempo de festas juninas! O xadrez e as bandeirinhas de São João estão por todos os lados, junto com as cores, cheiros e sabores das comidas típicas. Na Universidade Potiguar também tem muita música e dança, pra ninguém ficar parado. Com o grupo de lesionados medulares, atendidos por estudantes e professores do Curso de Fisioterapia, não é diferente e no dia 16 de junho os pacientes participaram de uma confraternização junina. Foi um dia de alegria e muita disposição.

O grupo de 10 pacientes com lesões medulares recebe atendimento ao longo do semestre na Unidade Salgado Filho, com o objetivo de melhoras de suas funcionalidades, com foco na independência e autonomia para a realização das atividades do dia-a-dia. Ainda há o trabalho preventivo para possíveis consequências que um cadeirante pode adquirir, desde de disfunções motoras à respiratórias, cardiovasculares, músculo esqueléticas, dentre outras.

Sobre o projeto, o Professor de Fisioterapia Jonilson Junior, explica que o objetivo é fazer com que as pessoas que sofreram lesão medular possam se reintegrar socialmente através da reabilitação física, da independência funcional e do apoio proporcionado pela experiência de outros pacientes que tiveram o mesmo problema. Nessa perspectiva, os atendimentos são realizados em grupo, com atividades que variam conforme as limitações de cada um, mas sempre explorando as potencialidades individuais. O apoio familiar também é priorizado através de orientações e integração com os alunos, docentes, preceptores e o próprio paciente.

Cerca de 30 estudantes dos Cursos de Fisioterapia e Psicologia realizam os atendimentos a esses pacientes, acompanhados pelos preceptores João Paulo de Sá e Ítalo Matheus Targino. Para o aluno Wilkson Cavalcante dos Santos, o trabalho voltado ao grupo é compensador ao ver os resultados. “É notória a importância da assistência para o lesionado medular devido as dificuldades que vão da acessibilidade ao preconceito por parte da população”.