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6 de outubro de 2017 18:08

Novo Centro de Saúde Veterinária é apresentado em Congresso Científico

Em estande, também foi apresentado o projeto de extensão que desenvolve a Terapia Assistida por Animais

O Curso de Medicina Veterinária apresentou em estande o novo Centro de Saúde Veterinária (CSV) e o projeto de extensão dos alunos que desenvolvem a Terapia Assistida por Animais (TAA). Na ocasião, mais de 10 alunos das turmas da 6ª, 7ª e 8ª série participaram compartilhando o aprendizado e incentivando o amor pelos animais.

O CSV proporciona aos alunos experiências reais com o intuito de capacitar e preparar um ambiente que possibilita diversas práticas, atividades de pesquisa e projetos de extensão. O espaço, que possui uma estrutura moderna, oferecerá em breve atendimentos clínicos e cirúrgicos, além de procedimentos variados de atendimento à comunidade.

“Os alunos irão acompanhar a rotina laboratorial, cirúrgica, trabalhar as patologias clínicas e diagnosticar exames por imagens, adquirindo experiências em todos os processos fundamentais de clínica médica de pequenos animais”, detalha o Coordenador Clínico do CSV, Prof. Rodrigo Mendes.

Na oportunidade, também foi desenvolvida a Terapia Assistida por Animais que é uma das práticas realizadas por diversos profissionais da saúde, com o objetivo de aprimorar o desenvolvimento físico, cognitivo, psíquico e social dos pacientes. Alunas da 8ª série desenvolvem o projeto de extensão no Centro de Saúde Integrada (CIS), atendendo algumas especialidades com esses animais terapeutas para auxiliar na recuperação, na frequência, como descaracterizando o clima de hospital e de clínica, amenizando o estresse por meio dos bichinhos que animam os pacientes.

Uma das alunas que participa do projeto, Rossana Peixoto, afirma que é importante aliar a Medicina Veterinária de maneira interdisciplinar com outras áreas da Medicina, da Fisioterapia, da Educação Física e da Psicologia.

Atualmente, o projeto conta com três cães terapeutas: Logan, que gosta mais do atendimento com crianças; Fred e Aquiles, que se adaptaram mais com trabalhos desenvolvidos com adultos. “Tentamos direcionar a preferência de cada cão para especialidade que ele irá atender”, acrescenta Rossana ressaltando a importância do bem-estar do animal no momento da terapia.

Os visitantes dos estandes ficavam encantados com os cães, uma prova disso foi Miguel Maldonado, 9 anos, que não queria sair do lado do pet. “Se eu tivesse um bichinho de estimação seria mais calmo, queria levar o cachorrinho para casa”.

O projeto está com processo de seleção aberto para alunos da UnP e para pessoas com ou sem cão que queiram ser voluntárias.
Por: Emily Avelino.