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8 de novembro de 2017 11:30

Pitch é um dos desafios do dia para finalistas do Prêmio Laureate Brasil

A manhã do dia 8 de novembro foi marcada pela oportunidade de colocar em prática o modelo de apresentação em tempo curto

Em um tempo curto – de 3 a 5 minutos aproximadamente – apresentar um projeto e conseguir convencer seus ouvintes a comprarem a ideia junto com você. Esse é o grande desafio do modelo de apresentação Pitch e que foi colocado na prática no dia 8 de novembro pelos finalistas do Prêmio Laureate Brasil. Os 12 jovens empreendedores sociais estão na Universidade Potiguar desde o dia 6 para participar de oficinas e receberem a sua premiação no próximo dia 9.

Porém, antes de prática, eles foram orientados no dia anterior e participaram de outra oficina sobre os recursos do Pitch. Com a teoria afiada, eles precisaram dominar o nervosismo para apresentarem seus projetos sociais à banca examinadora que, após cada apresentação fazia suas considerações. A atividade é sempre um desafio até para aqueles que não eram marinheiros de primeira viagem nesse formato.

É o caso da empreendedora social Fabíola da Rocha. Selecionada com o projeto SIGNA, escolhido pelo Programa Jovem Empreendedor Social Anhembi Morumbi, ela já tinha praticado o Pitch em outras oportunidades de capacitação. “É incrível como cada vez que a gente apresenta, a gente muda algo. E o meu Pitch foi diferente do que eu faço, eu estou sempre mudando. A gente recebeu alguns feedbacks antes e deu para ver a evolução gigantesca, a diferença de apresentação do primeiro dia para hoje foi muito grande. E até os comentários da banca para os outros empreendedores também é bom para gente, acabamos pegando um pouquinho disso”.

Ela conta que a experiência da interação com os demais finalistas deve marcar a semana do Prêmio Laureate em Natal. “Está sendo muito legal. A receptividade do pessoal é muito grande e a gente se sente super-especial. Fora daqui a gente está trabalhando no nosso negócio. E eu posso dizer pessoalmente, como empreendedora, que uma experiência como essa é um folego, a gente sai para respirar. E entre os empreendedores rolou uma sinergia muito grande e, esse time, se pudesse trabalhava daqui. Com certeza, uma das coisas mais importantes que vou levar daqui é a conexão com as pessoas”, comemora.